Mostrando postagens com marcador APP. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador APP. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 28 de março de 2013
Defesa Civil fará recuperação de margens do Rio Paraíba
http://www.portalvr.com/9-noticia-destaque/178-acao-contara-com-apoio-das-secretarias-de-meio-ambiente-e-servicos-publicos
Nesta quarta-feira, dia 27, a partir das 8h, técnicos da Coordenadoria Municipal de Defesa Civil (CMDC), com o apoio das secretarias municipais de Meio Ambiente e de Serviços Públicos, percorreram toda margem do Rio Paraíba do Sul, da Beira Rio e do bairro Ilha Parque, com objetivo de recuperar e proteger 10 mil m² de áreas verdes de preservação permanente.
De acordo com o coordenador adjunto da CMDC, Rubens Siqueira, “vamos começar a partir do bairro Ilha Parque, e percorrer a área no intuito de retirar possíveis cercas, alambrados e construções clandestinas, entre outros que estejam ocupando as áreas verdes”, ressaltou ele. Estarão envolvidas na ação cerca de 15 pessoas, que “removerão quaisquer vestígios de ocupação irregular da calha do rio”, complementou Rubens Siqueira.
quarta-feira, 27 de março de 2013
Vereador de Porto Real solicita revitalização da margem do Rio Paraíba do Sul
Publicado em 26/03/2013, às 19h01
Última atualização em 26/03/2013, às 19h01
Porto Real
A Câmara Municipal aprovou ontem (25) a indicação de autoria do vereador Gilberto Caldas (PSL) que dispõe sobre a revitalização, conservação e recuperação da biodiversidade e mata ciliar ao longo da margem do Rio Paraíba do Sul.
De acordo com o vereador, a indicação também visa à urbanização do perímetro compreendido entre a antiga RJ-159 - ponte do distrito de Floriano, em Barra Mansa - até a ponte que liga Porto Real a Quatis, em um total de 4 km.
- Na indicação, sugiro que seja feito o escoamento de águas pluviais, a construção de ciclovias, pistas de caminhada e skate, bem como iluminação, reflorestamento, áreas de lazer com Academia ao Ar Livre, bancos, jardim, praças, chafariz, quadra poliesportiva, quiosques, entre outros - ressaltou.
Gilberto Caldas lembrou ainda que, para o desenvolvimento do projeto, será feito um estudo do impacto ambiental de acordo com a legislação vigente no país.
- Esse empreendimento observará toda legislação, com plano básico ambiental, contemplando medidas necessárias para reverter eventuais passivos ambientais deixados pela obra. Além disso, esse projeto trará soluções aos problemas ocasionados por conta das chuvas e da falta de escoamento dessas águas, que alaga bairros localizados próximos ao Rio Paraíba. Todo esse projeto será feito de forma sustentável, seguindo as leis ambientais - disparou.
O vereador declarou que "antes de fazer a indicação, procurou embasamento na Legislação Ambiental e na Constituição Federal. Para ele, cidades como Volta Redonda, Resende e Três Rios, por exemplo, já realizaram empreendimentos nessa linha e Porto Real tem toda capacidade e recurso para realizar uma obra como essa.
- Estamos diante de uma indicação importante para o município e que vem atender uma reivindicação antiga da comunidade - conclui.
A indicação segue para apreciação da prefeita Maria Aparecida Rocha, a Cida (PDT).
Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,71219,Vereador-de-Porto-Real-solicita-revitalizacao--da-margem-do-Rio-Paraiba-do-Sul.html#ixzz2On0nKeoF
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
Ação destrói construções ilegais em Angra
Publicado em 26/02/2013, às 16h25
Última atualização em 26/02/2013, às 16h25
Divulgação
Angra dos Reis
Como medida ambiental, uma operação conjunta da secretaria municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano e do Instituto Estadual do Ambiente do Rio (Inea) efetuou ontem (25) seis demolições de imóveis construídos de forma ilegal, em Área de Preservação Ambiental (APP), na região da Itinga, no Bracuhy.
A primeira parte da operação foi nas ruas Sergipe, São Paulo e Paraná, onde grande parte da área de manguezal foi aterrada e ocupada por casas. O esgoto corre a céu aberto na localidade e é jogado diretamente no leito do mangue. Foram demolidas apenas as casas em construção, sem moradia, além de muros e cercas. Outras edificações foram notificadas e terão um prazo para comparecerem à secretaria de Meio Ambiente, a fim de regularizarem sua situação. Segundo a secretaria, a operação não deixou nenhuma família desabrigada e concentrou-se em impedir a ocupação de futuros imóveis.
O subsecretário de Meio Ambiente esclareceu que a questão da ocupação desordenada em áreas de preservação no município tem ocorrido muito em Angra dos Reis. Destacou ainda que será preciso controlar e impedir a degradação do solo da cidade.
- A ocupação ilegal vem ocorrendo há muitos anos nessa região. Antes de comprar um terreno ou construir uma casa, o cidadão deve ir até a prefeitura para averiguar se a área é edificável e obedecer ao processo adequado de legalização - explicou o subsecretário.
Os imóveis demolidos já haviam sido notificados desde 2011 sobre a ilegalidade das construções. A secretaria de Meio Ambiente e o Instituto Estadual do Ambiente continuarão executando ações de controle da ocupação em áreas de preservação, sempre notificando os infratores e dando prazo para adequações, quando possível.
A operação também acontecerá em outras localidades e segue uma orientação de Governo, respeitando o código urbanístico municipal e as leis ambientais. No caso da Itinga, mais de 2/3 das casas desta localidade já foram notificadas há alguns anos. No entanto, como não houve fiscalização efetiva, a ação de grileiros de terras continua permitindo as edificações ilegais, aterros e parcelamentos de terreno, que cresceram de forma acelerada.
A ação foi supervisionada pelo superintendente do Inea, Júlio Avelar, e pelo subsecretário de Meio Ambiente, Ivan Marcelo Neves, com apoio das Polícias Florestal e Militar, além de analistas ambientais. De acordo com o Inea, ainda está sendo estudada a possibilidade de novas demolições na Itinga.
Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,69855,Acao-destroi-construcoes-ilegais-em-Angra.html#ixzz2M6UxZFiH
sexta-feira, 9 de novembro de 2012
Rio Claro é responsável por 20% da água consumida no Rio
Meio Ambiente
http://www.folhadointerior.com.br/v2/page/noticiasdtl.asp?id=51851&t=+Rio+Claro+%C3%A9+respons%C3%A1vel++por+20%+da+%C3%A1gua+consumida+no+Rio&utm_medium=twitter&utm_source=twitterfeed
Publicada em 9 de novembro de 2012 - 9 h 8
Com mais de 400 mil mudas de Mata Atlântica plantadas, projeto é pioneiro no Estado do Rio e deve aumentar em 10% a produção de água em Rio Claro em 10 anos
Um projeto pioneiro no Estado do Rio tem transformado o município de Rio Claro numa referência nacional em preservação do meio ambiente. O programa “Produtores de Água e Floresta” está envolvendo 63 produtores rurais, alunos da rede municipal de ensino e a população, num só objetivo: recuperar e proteger nascentes, faixas marginais dos afluentes, córregos e rios das bacias hidrográficas, topos de morros e áreas de preservação ambiental como APP’s (Área de Proteção Permanente) e RPPN’s (Reserva Particular de Patrimônio Natural). Em apenas dois anos foram plantadas mais de 400 mil mudas de espécies de Mata Atlântica, como pau ferro, guapuruvu, ingá, árvores frutíferas etc., num total de 60 espécies responsáveis por garantir o ciclo do ecossistema e da biodiversidade da Serra do Mar.
De acordo com o secretário de Meio Ambiente de Rio Claro, Mário Vidigal, o projeto está provocando mudanças consideráveis no município, envolvendo toda a sociedade. “Hoje, o produtor Rural está mais consciente e sabe que pode ganhar para preservar sua área verde. Estendemos o programa para as escolas e nossas crianças e jovens da rede de ensino estão participando. Temos notado mudanças consideráveis nos hábitos. Conseguimos com a ampliação da área de preservação aumentar para R$ 20 milhões/ano a arrecadação do ICMS Verde”, explica Mário. Os benefícios para a cidade são inúmeros, de acordo com o secretário.
Para a implantação do projeto em Rio Claro foi constituído um grupo de trabalho envolvendo a Secretaria de Estado do Ambiente, Comitê de Bacia Hidrográfica do Rio Guandu, Prefeitura Municipal de Rio Claro, a TNC (The Nature Conservancy) e Instituto Terra de Preservação Ambiental. Hoje, a unidade gestora do projeto é o Fundo Municipal de Meio Ambiente que faz os repasses de verbas aos integrantes do projeto.
O município de Rio Claro hoje possui, em média, 500 propriedades, sendo que, do total, mais de 12% estão envolvidas na política de preservação. O projeto permite ao produtor ganhar dos dois lados: com a produção de gado de corte e gado de leite, e também com a preservação das áreas verdes, já que a economia da cidade gira em torno do agronegócio.
Para fazer parte do programa, o interessado deve participar do edital e suas terras serão inspecionadas pela UGP (Unidade Gestora do Projeto) para a medição das áreas de preservação, quando ficam definidas as áreas prioritárias de restauração. O ‘Produtores de Água e Floresta’ permite ao proprietário um PSA (Pagamento por Serviços Ambientais) de R$ 40,00 a R$ 120,00 por hectare de terra. O Fundo de Meio Ambiente hoje paga o valor máximo do benefício a cinco donos de terra, que possuem RPPN´s e este repasse chega a R$ 40 mil anual por produtor. O restante dos participantes recebe os valores de acordo com a quantidade de hectares preservados em suas terras.
O secretário explicou também que o dinheiro do PSA não precisa ser revertido em benefício dentro das terras. O produtor, segundo ele, tem liberdade de reaplicá-lo da forma que preferir.
Rio Claro abastece 20% da região metropolitana
Para se ter ideia da dimensão do programa e da importância de Rio Claro para o abastecimento da Região Metropolitana do Rio de Janeiro, somente as bacias hidrográficas que envolvem a região de Rio Claro são responsáveis por quase 20% de toda a água que atinge a Bacia do Rio Guandu. O município produz hoje 23 metros cúbicos de água por segundo, desse total 17% seguem para o reservatório de Ribeirão das Lages e o restante desagua nos rios Piraí e Paraíba do Sul.
Com a implantação do programa Produtores de Água e Floresta, o objetivo da UGP é conseguir um aumento de 10% no volume de água produzida em 10 anos. O projeto será ampliado ainda este ano, com a abertura de novo edital entre os meses de dezembro de 2012 e janeiro de 2013.
Para a energia elétrica consumida na região metropolitana, a Bacia de Rio Claro também tem grande responsabilidade. Hoje, essas águas são responsáveis por 25% da energia consumida na região.
O crescimento do município em Unidades de Conservação Ambiental é motivo de orgulho para o secretário de Meio Ambiente, Mário Vidigal. “O governo está trabalhando para tornar a cidade uma referência em meio ambiente e estamos conseguindo bons resultados. Espero que, em pouco tempo, possamos ser os gestores desse projeto para termos a liberdade de ampliá-lo, provocar uma mudança em todos os setores sociais”, completou Mário.
São Benedito produz 50% das mudas
A produção de mudas nativas de Mata Atlântica para replantio nas áreas prioritárias ao Produtores de Água e Floresta tem crescido no município de Rio Claro. A fazenda São Benedito hoje, já produz 50% das mudas utilizadas no reflorestamento das RPPN´s e APP´s. A intenção da UGP é que, em dois anos, o município já esteja produzindo 100% das mudas.
Segundo o secretário de Meio Ambiente, Mário Vidigal, alguns produtores já participantes do programa estão sendo capacitados para colher as sementes e o Fundo de Meio Ambiente tem acompanhado de perto o crescimento na produção das mudas na São Benedito.
“Queremos que o produtor participe de todas as etapas do projeto. Da coleta das sementes, da produção das mudas, do acompanhamento do replantio e do cuidado com as áreas de preservação”, acrescentou o secretário.
Assinar:
Postagens (Atom)

