quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

RJ: Fábrica de biodiesel instalada em Porto Real tornará o Estado autossuficiente


http://www.e-usinas.com.br/Conteudo/Noticias/VisNoticias.aspx?ch_top=16263&Painel=1&

Pronta para operar, unidade terá capacidade de fornecer até 100 milhões de litros do combustível renovável

O Rio de Janeiro está a um passo de se tornar autossuficiente na produção de biodiesel. Com capacidade de fornecer até 100 milhões de litros do combustível renovável por ano, a primeira fábrica de biodiesel no estado está pronta para entrar em operação. A Grand Valle Bioenergia, instalada em Porto Real, no Médio Paraíba, vai suprir toda demanda do Rio e trará uma novidade na sua operação: o uso de microalgas como matéria-prima. Apta a funcionar desde o fim do ano passado, a empresa aguarda a Licença de Operação da Agência Nacional do Petróleo (ANP) para inaugurar.

A fábrica é resultado do programa RioBiodiesel, que é desenvolvido há mais de dez anos pela Secretaria de Ciência e Tecnologia.

“A autossuficiência é marcante, assim como é emblemático termos o maior laboratório de biodiesel da América do Sul. É um projeto vencedor no estado” disse o engenheiro Nelson Furtado, coordenador do programa de biodiesel da secretaria e pesquisador do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas.

Com uma planta de produção desenhada para fabricar biodiesel a partir de diversos tipos de óleo, exceto o de mamona, a Gran Valle pode se tornar a primeira no país a utilizar microalgas como matéria-prima. A tecnologia está sendo testada em pequena escala em laboratórios da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“O cultivo de microalgas, cujas proteínas e carboidratos podem servir para produzir ração de peixe, é mais acelerado e ocupa menos espaço do que a soja” afirmou a engenheira química Gisel Chenard.

Segundo Nelson Furtado, além da produção de óleo e comida para peixe a um custo baixo, o que refletiria no preço do pescado, as microalgas sequestram carbono da atmosfera. A estimativa com a produção de biodiesel é que 250 mil toneladas de gases causadores do efeito estufa deixem de ser lançados na atmosfera. Isso habilitaria o Estado a ganhar 1,5 milhão de dólares em crédito de carbono.

A expectativa é que o documento da ANP seja concedido até abril. A fábrica recebeu apoio da Secretaria de Ciência e Tecnologia e da Faperj (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado). A fundação financia quase 20 projetos de pesquisas ligados ao biodiesel.

(Assessoria de Comunicação, 27/2/13)

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Ação destrói construções ilegais em Angra


Publicado em 26/02/2013, às 16h25

Última atualização em 26/02/2013, às 16h25
Divulgação

Angra dos Reis
Como medida ambiental, uma operação conjunta da secretaria municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano e do Instituto Estadual do Ambiente do Rio (Inea) efetuou ontem (25) seis demolições de imóveis construídos de forma ilegal, em Área de Preservação Ambiental (APP), na região da Itinga, no Bracuhy.

A primeira parte da operação foi nas ruas Sergipe, São Paulo e Paraná, onde grande parte da área de manguezal foi aterrada e ocupada por casas. O esgoto corre a céu aberto na localidade e é jogado diretamente no leito do mangue. Foram demolidas apenas as casas em construção, sem moradia, além de muros e cercas. Outras edificações foram notificadas e terão um prazo para comparecerem à secretaria de Meio Ambiente, a fim de regularizarem sua situação. Segundo a secretaria, a operação não deixou nenhuma família desabrigada e concentrou-se em impedir a ocupação de futuros imóveis.

O subsecretário de Meio Ambiente esclareceu que a questão da ocupação desordenada em áreas de preservação no município tem ocorrido muito em Angra dos Reis. Destacou ainda que será preciso controlar e impedir a degradação do solo da cidade.

- A ocupação ilegal vem ocorrendo há muitos anos nessa região. Antes de comprar um terreno ou construir uma casa, o cidadão deve ir até a prefeitura para averiguar se a área é edificável e obedecer ao processo adequado de legalização - explicou o subsecretário.

Os imóveis demolidos já haviam sido notificados desde 2011 sobre a ilegalidade das construções. A secretaria de Meio Ambiente e o Instituto Estadual do Ambiente continuarão executando ações de controle da ocupação em áreas de preservação, sempre notificando os infratores e dando prazo para adequações, quando possível.

A operação também acontecerá em outras localidades e segue uma orientação de Governo, respeitando o código urbanístico municipal e as leis ambientais. No caso da Itinga, mais de 2/3 das casas desta localidade já foram notificadas há alguns anos. No entanto, como não houve fiscalização efetiva, a ação de grileiros de terras continua permitindo as edificações ilegais, aterros e parcelamentos de terreno, que cresceram de forma acelerada.

A ação foi supervisionada pelo superintendente do Inea, Júlio Avelar, e pelo subsecretário de Meio Ambiente, Ivan Marcelo Neves, com apoio das Polícias Florestal e Militar, além de analistas ambientais. De acordo com o Inea, ainda está sendo estudada a possibilidade de novas demolições na Itinga.



Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,69855,Acao-destroi-construcoes-ilegais-em-Angra.html#ixzz2M6UxZFiH

Inscrições abertas para curso de desenvolvimento rural, em Resende


Publicado em 26/02/2013, às 15h35

Última atualização em 26/02/2013, às 15h35
Resende

A ONG Crescente Fértil anuncia que estão abertas as inscrições para a série de palestras que integram o minicurso "Estratégias para o Desenvolvimento da Pequena Propriedade Rural". A primeira atividade acontece neste sábado (2), a partir das 10 horas, no Salão da Igreja do Rosário, no Centro Histórico, com a palestra sobre o Novo Código Florestal.

- Através do Projeto Rio Sesmaria, vimos à necessidade de passar mais informações sobre temas importantes, como o Novo Código Florestal, e também atividades de geração de renda sustentáveis, e vamos colocar isto em prática neste minicurso - comenta o diretor da ONG e coordenador do Projeto Rio Sesmaria, Luis Felipe César.

O curso é aberto a todos os moradores, especialmente direcionado a produtores rurais que moram às margens do Rio Sesmaria e seus afluentes - Formoso e do Feio -, nos municípios de Resende e São José do Barreiro (SP).

- Estamos orientando os produtores rurais a participarem deste curso, pois serão passadas informações importantes, principalmente no que diz respeito à legislação ambiental, como será neste sábado - destaca o secretário de Agricultura e Pecuária, Miguel Dias.

Inscrições

As inscrições podem ser feitas diretamente na sede da Secretaria Municipal de Agricultura e Pecuária, que funciona de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, junto ao Parque de Exposições (Exapicor), e também no Sindicato Rural e EMATER Resende; ou através do e-mail: crescente.fertil@crescentefertil.org.br.

Código Florestal

Conforme explica Luis Felipe César, a palestra sobre o Novo Código Florestal vista tirar dúvidas sobre como está a legislação ambiental, e será ministrada por Rodrigo Bacellar Mello, do Instituto Estadual do Ambiente (INEA). O assunto também atenderá os moradores do Formoso (SP), no mesmo dia, a partir das 14h30, no Hotel Fazenda Clube dos 200.

Outros temas

Os próximos temas a serem trabalhados pelo minicurso são:

Pagamento por Serviços Ambientais (PSA), dia 9 de março, com o técnico agrícola Maurício Ruiz e a engenheira florestal Mariana Barbosa Vilar;

Crédito Rural e Oportunidades para Pequenos Produtores, dia 23 de março, com o engenheiro agrônomo Maurício Duarte Pontes Júnior;

Planejamento do Uso da terra na Propriedade Rural, dia 6 abril, com o zootecnista Nilo Salgado Jardim;

Artesanato em Palha de Bananeira, dias 4, 5, 9 e 10 de abril, com a extensionista social Maria Cristina Leal;

e Plantio Direto de Pastagem e Projeto CATI Leite: Instrumento de Planejamento, Difusão de Tecnologias Sustentáveis e Gestão de Propriedades Leiteiras, dia 11 de maio, com o engenheiro agrônomo Ricardo Manfredini.


Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/1,69851,Inscricoes-abertas-para-curso-de-desenvolvimento-rural-em-Resende.html#ixzz2M6UKVvlk

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

SECRETARIA DO AMBIENTE FORTALECE GESTÃO AMBIENTAL PARTICIPATIVA EM SEMINÁRIO NA FIRJAN


http://www.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo;jsessionid=CDDB57A54AA48D25E4551E4378B9FC5C.lportal2?p_p_id=exibeconteudo_INSTANCE_2wXQ&p_p_lifecycle=0&refererPlid=11702&_exibeconteudo_INSTANCE_2wXQ_struts_action=%2fext%2fexibeconteudo%2frss&_exibeconteudo_INSTANCE_2wXQ_groupId=132946&_exibeconteudo_INSTANCE_2wXQ_articleId=1458966

 » Julia de Aquino
Prefeitos e secretários de Meio Ambiente dos 92 municípios fluminenses foram convidados para conhecer ações ambientais do Governo do Estado


Ações ambientais realizadas pela Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) e pelo Inea (Instituto Estadual do Ambiente) foram apresentadas hoje (26/02), no Auditório da Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro), durante o seminário de Apoio à Gestão Ambiental Municipal, para 20 prefeitos e 77 secretários municipais do Ambiente das 92 cidades fluminenses. Os participantes receberam um kit (incluindo DVD) com informações detalhadas das ações ambientais.

Na pauta do cardápio de iniciativas da SEA e do Inea, foram fornecidos dados sobre programas de saneamento e de controle de inundações, como o fim dos lixões municipais do entorno da Baía de Guanabara, além de diversas outras iniciativas, como a descentralização do licenciamento ambiental para 42 municípios que representam mais de 90% da economia do estado.

Pioneira no Rio de Janeiro, a iniciativa não teve apenas como objetivo apresentar todos os projetos, programas e ações ambientais que a SEA e o Inea vêm realizando em todo o estado, mas também contribuir para a interação crescente entre o Governo do Estado e os municípios fluminenses.

O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, apresentou diversas ações realizadas pela SEA e pelo Inea, ressaltando a importância do ICMS Ecológico e da união entre estado e municípios, e afirmou que a gestão ambiental significa desenvolvimento, lucro e fortalecimento das cidades.

“Nós podemos trazer recursos e investimentos para fortalecer equipes das secretarias de Meio Ambiente de forma competente. São mais de R$ 2 bilhões por ano de investimentos que estamos executando na área ambiental”, disse.

O secretário lembrou ainda que o Estado do Rio de Janeiro é o que mais recebe investimentos no paíse o que menos desmata a Mata Atlântica.

A presidente do Inea, Marilene Ramos, falou sobre os recursos provenientes do Fecam (Fundo Estadual de Conservação Ambiental) e a gestão participativa, além da importância da descentralização do licenciamento ambiental.

Marilene disse ainda que a criação de unidades de conservação é tão importante quanto a sua fiscalização. “São R$ 200 milhões investidos em unidades de conservação estaduais. Mas não basta criar essas unidades, é preciso fiscalizar”, disse Marilene.

A presidente do Inea afirmou que o principal objetivo de iniciativas como o seminário é sensibilizar prefeitos e demais representantes dos municípios para que a gestão participativa entre o Governo do Estado e as prefeituras gere desenvolvimento para o estado:

“Gestão ambiental é lucro, fortalecimento e desenvolvimento da região. Os prefeitos precisam olhar com carinho para suas secretarias ambientais, cuidar do lixo, investir em saneamento e em outras ações ambientais. Isso é que faz a população lembrar de vocês”, disse.

Marilene destacou ainda a importância para os municípios do Sistema de Alerta de Cheias, que tem o objetivo de informar autoridades e população quanto à possibilidade de chuvas intensas e inundações.

Ainda durante o seminário, os palestrantes mostraram mapas, planilhas e fotos das principais realizações da Secretaria do Ambiente.

O subsecretário-executivo da SEA, Luiz Firmino, apresentou os processos do carro-chefe dos investimentos da secretaria nos municípios: o Pacto pelo Saneamento, que inclui os programas Rio+ Limpo, Lixão Zero, Recicla Rio e Coleta Seletiva Solidária, entre outros.

Firmino afirmou também que desde o início da primeira gestão do secretário Carlos Minc, em janeiro de 2007, 100% do Fecam (Fundo Estadual de Conservação Ambiental) é investido na área ambiental. “Já foram liberados R$ 400 mil para área de saneamento. Nossa meta é chegar a 80% de saneamento no estado até 2018”, disse o subsecretário.

Firmino falou também sobre diversas ações e programas que estão em andamento no estado e sobreas metas da SEA para 2014. Uma das ações destacadas pelo subsecretário foi a evolução do Programa Lixão Zero, lembrando que até 2010 apenas 12% do lixo era encaminhado para aterros sanitários.

“O Rio de Janeiro tem orgulho de dizer que até 2014 não terá mais lixão. Temos hoje 93% do lixo indo para aterros sanitários. Esses avanços são fundamentais para a sustentabilidade do nosso estado”, afirmou.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

Secretaria distribui 400 mudas de diversas plantas no Ano Bom, em Barra Mansa


Publicado em 22/02/2013, às 17h25

Última atualização em 22/02/2013, às 17h25
Yuri Bandeira
yuri.bandeira@diariodovale.com.br

Barra Mansa

A Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Barra Mansa realizou hoje (22) uma campanha de doação de mudas. O evento marcou a data da criação do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), gerado para a proteção e conservação ambiental.

A campanha - que foi a segunda edição do evento, que teve a primeira realizada na Praça da Matriz - aconteceu durante todo o dia na Praça das Nações Unidas, no Ano Bom. No total, foram distribuídas cerca de 400 mudas de 21 espécies frutíferas e ornamentais, entre elas Lírio da Paz, Mangueira, Grumixama, Café, Urucum, Ameixa, Uva do Japão e Jamelão.

A gerente de Educação Ambiental de Barra Mansa, Simonette Balieiro, explicou como é o funcionamento da distribuição.

- Cada pessoa pode levar uma muda para casa após fazer o seu cadastro. A nossa proposta é levar essa campanha para mais bairros da cidade. É realizado uma vez por mês e estamos na segunda edição.

Simonette falou também na proposta principal da campanha.

- A proposta que queremos alcançar com essa iniciativa é que as pessoas plantem essas mudas, e que elas cresçam, resultando em bonitas árvores. A conscientização do verde é a conscientização da limpeza. Uma árvore é essencial à vida das pessoas, seja para fazer uma sombra ou para uma melhor qualidade de ar - concluiu a gerente, explicando que as mudas são produzidas no horto florestal de Barra Mansa exatamente com o objetivo de ser doadas.

Uma das pessoas que resolveu levar uma muda de fruta da condessa para casa foi Nicolau Francis, que apoiou a ideia.

- Não sabia a secretaria estava realizando essa campanha. Gosto muito de plantas e apoio totalmente essa iniciativa.

Nicolau, que tem um projeto de plantar mudas em áreas ribeirinhas, falou que a população deve começar a observar o planeta de uma maneira diferente, com mais verde.

- Essa campanha é um incentivo à cultura ecológica. A parte física sem a parte teórica não adianta nada. O ato que está sendo realizado aqui tem que ser acoplado a um ensinamento, temos que agir de acordo com a proposta - disse.

Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,69685,Secretaria-distribui-400-mudas-de-diversas-plantas-no-Ano-Bom-em-Barra-Mansa.html#ixzz2LifJ31zr