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quinta-feira, 20 de março de 2014

Rio Paraíba do Sul: transposição e ações no RJ

CONVOCAÇÃO EXTRAORDINÁRIA: CRISE DA ÁGUA! 20/03


Em carácter extraordinário o MEP, em Volta Redonda, abrirá suas portas amanhã, dia 20/3, às 15h, para realizar um encontro com membros do MEP - Comissão do Meio Ambiente, representantes da Comissão Ambiental Sul-RJ, Ong's, ambientalistas e estudantes para avaliarem o cenário sócio-politico em relação as águas do Rio Paraíba do Sul. Contamos com vocês 'fecebucanos ' ou não. A sede do MEP, está localizada à Rua São João Batista , 23, ao lado da Igreja Santo Antônio, no bairro Niterói.

Comitê Médio Paraíba do Sul realiza primeira Plenária de 2014

Apresentações de projetos e lançamento de Editais está previsto na pauta

O Comitê da Bacia Hidrográfica do Médio Paraíba do Sul (CBH-MPS) realiza, no próximo dia 20 de março, sua primeira plenária do ano de 2014, a 13ª Reunião Ordinária do CBH. O encontro terá início ás 9h, no auditório da Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, em Volta Redonda (RJ). Como pauta da referida reunião estão previstas as apresentações da ONG Vale Verdejante, Projeto Agenda Água, Termo de Cooperação Técnica entre a WWF Brasil e o CBH-MPS, e também, os lançamentos do Edital de Cadastro de imóveis em APPs e Edital de Auxílio a Projetos de Pesquisa.

O Edital referente a Cadastros de Imóveis em Áreas de Preservação Permanente (APPs) tem por finalidade orientar a manifestação de interesse em vendas de imóveis situados em APPs, em margens de lagoas, rios, córregos e nascentes na região da bacia hidrográfica do Médio Paraíba do Sul. A intenção é gerar um cadastro formal de proprietários interessados em vender seus imóveis situados em APPs, especificamente na região hidrográfica do Médio. O Instituto Estadual do Ambiente (INEA) e o Ministério Público Federal poderão utilizar esse cadastro para fins de compensação ambiental como medida compensatória para empresas com passivos ambientais.

O Comitê tem apoiado iniciativas na área educação ambiental, desenvolvidas pela ONG Vale Verdejante e o Programa Agenda Água. Assim, além das apresentações relacionadas aos projetos, e paralelo a Reunião Plenária, serão realizadas atividades para as crianças envolvidas nos programas.

Comitê Médio Paraíba do Sul

O Comitê Médio Paraíba do Sul foi instituído no dia 11 de setembro de 2008, pelo Decreto Estadual nº 41.475, e atua na Região Hidrográfica do Médio Paraíba do Sul, constituída pela bacia do Rio Preto e pelas bacias dos rios afluentes do curso médio superior do rio Paraíba do Sul no Estado do Rio de Janeiro.

A região hidrográfica de atuação do CBH-MPS abrange integralmente, os municípios de Barra Mansa, Comendador Levy Gasparian, Itatiaia, Pinheiral, Porto Real, Quatis, Resende, Rio das Flores, Valença e Volta Redonda, assim como, parcialmente, os municípios de Barra do Piraí, Mendes, Miguel Pereira, Paraíba do Sul, Paty do Alferes, Piraí, Rio Claro, Três Rios e Vassouras, situados na região sul fluminense.

A estrutura do CBH-Médio Paraíba do Sul é constituída por um plenário, órgão máximo deliberativo, composto por 24 membros com direito a voto, sendo oito representantes dos Usuários de Água, oito representantes da sociedade Civil e oito representantes do Poder Público (federal, estadual e municipal). A diretoria colegiada, composta por 6 membros dos três segmentos que compõem o Comitê, é responsável pela condução dos trabalhos. Além disso, o Comitê conta com uma Câmara Técnica de Instrumento de Gestão e Legal, responsável pela análise técnica dos assuntos a serem tratados.

Atualmente, a sede do CBH-Médio Paraíba do Sul funciona na Avenida Almirante Adalberto de Barros Nunes, nº 5.900, no bairro Belmonte, na cidade de Volta Redonda, em espaço cedido pelo INEA. O local abriga também o escritório da Unidade Descentralizada (UD) da Agência da Bacia do Rio Paraíba do Sul (AGEVAP), que atua como Agência de Bacia do Comitê.

SERVIÇO
“13ª Reunião Ordinária do CBH - Médio Paraíba do Sul”
Data: 20/03/2014
Hora: 9h ás 16h
Local: Auditório da Ordem dos Advogados do Brasil - OAB, localizada à Rua General Newton Fontoura, 323, Jardim Paraíba, Volta Redonda (RJ)
via https://www.facebook.com/groups/comissaoambientalsulrj/
17/03/2014
COMUNICAÇÃO AGEVAP
Telefax: (24) 3355-8389

E-mail: comunicacao@agevap.org.br

Região reage à proposta de Geraldo Alckmin
Publicado em 19/03/2014, às 18h53

Última atualização em 19/03/2014, às 18h53
Sul Fluminense

A notícia divulgada hoje (19) pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, de que a Agência Nacional de Águas (ANA) está estudando a possibilidade de captar água do Rio Paraíba do Sul para abastecer o Sistema Cantareira, em São Paulo, estourou como uma bomba no Sul Fluminense. Representantes da Comissão Ambiental Sul, o deputado estadual Nelson Gonçalves (PSD), o deputado federal Deley de Oliveira (PTB) e o vereador de Volta Redonda, Jerônimo Teles (PSC), entraram na discussão.

De acordo com a ministra, a proposta faz parte de um plano do governo do estado paulista para segurança de recursos hídricos para a macrometrópole de São Paulo. Dada a urgência, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) teria ido, pessoalmente, ao gabinete da presidente Dilma Rousseff (PT) pedir que ela intercedesse a seu favor.

- Ele fez uma avaliação com a presidenta e mostrou a estratégia de trabalho. É uma obra que, no planejamento deles, levaria de 12 a 14 meses para ser feita, então foi uma reunião de exposição sobre como São Paulo está olhando, estrategicamente, pós-2014 - disse a ministra.

Contudo, a estratégia de Alckmin não foi vista com bons olhos por autoridades da região. Nelson Gonçalves levou ontem mesmo o caso para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Na tribuna, o parlamentar apelou para o bom senso da Casa, e pediu que os colegas ajudassem na luta.

- Caso a proposta do governador de São Paulo seja aceita, certamente nossa região passará por uma crise séria de água. O Rio Paraíba, como todos sabem, além de abastecer as casas da população com água, serve para outras atividades importantes. Por isso, fiquei surpreso com a ida do governador ao gabinete da presidente. Peço que os deputados não aceitem essa condição imposta - disse, visivelmente preocupado com a questão.

Nelson afirmou ainda que também procurou o vice-governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e reportou a ele o caso, acreditando que o político de Piraí intercederá.

- Entrei em contato com o vice-governador por e-mail assim que soube da visita de Geraldo Alckmin a Dilma. Passei para ele todos os problemas que uma transposição causaria ao Rio de Janeiro. Pedi que ele pensasse bem e rejeitasse a proposta - informou, salientando que espera respostas do Pezão.

Ainda de acordo com Nelson, o governo de São Paulo tem outros estudos que podem substituir a transposição do Rio Paraíba do Sul.

- Ao todo são nove estudos que visam a sanar os problemas de abastecimento do estado. A transposição do Paraíba seria apenas uma delas. Tenho convicção que poderia ser usado outras alternativas, assim não prejudicaria nosso estado e nossa região - lembrou.

Vale ressaltar que a caravana do governador de São Paulo se deu justamente às vésperas do Dia Estadual de Luta em Defesa do Rio Paraíba do Sul. A data, lembrada em 20 de março, foi um projeto do deputado Nelson Gonçalves que acabou entrando no calendário do Rio de Janeiro.

Comissão Ambiental Sul

Demonstrando revolta, o presidente da Comissão Ambiental Sul, João Thomaz, disse que o governo de São Paulo não cumpriu uma antiga promessa: de que não mexeriam com o Paraíba do Sul.

- Há cinco anos, assim que soubemos das intenções do governo de São Paulo de fazer a transposição do Rio Paraíba, entramos com um recurso junto ao Ministério Público Federal, em Volta Redonda, para que houvesse uma intervenção no caso. Na época recebemos a garantia de que nada seria feito. Mas hoje me deparo com a notícia de que Alckmin procurou a presidente Dilma - contou.

João Thomaz lembrou que o Rio Paraíba do Sul abastece 80% do Rio de Janeiro e concordou com Nelson Gonçalves quando o político adiantou que, se a transposição for concretizada, haverá uma grave crise de água.

- O único manancial do Rio de Janeiro, que abastece o estado, é o do Paraíba. Nós não podemos ser responsabilizados pela degradação dos recursos hídricos causada pelos paulistas naquele estado - rebateu, frisando que essa não seria a primeira transposição do Rio Paraíba do Sul.

- Em Barra do Piraí existe uma transposição desvia, todos os dias, 160 metros cúbicos de água para o Rio Guandu. Por isso, o Paraíba não suporta outra transposição - disse.

O presidente da Comissão Ambiental Sul disse ainda que há outro motivo pelo qual a presidente Dilma e o governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), não deveriam permitir a transposição: o esgoto.

- Cerca de 180 municípios que estão às margens do Paraíba jogam no rio esgoto sem tratamento. Caso haja uma estiagem após a transposição, não haverá água suficiente para contrabalancear a quantidade de dejetos in natura. Será outro problema que as cidades, inclusive as do Sul Fluminense, passarão -  alertou João Thomaz, avisando que fará denúncias também às emissoras de televisão.

Jerônimo propõe ‘Semana de rejeição à transposição'

O vereador José Jerônimo Telles (PSC) criticou o viés político adotado pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), na questão da possível transposição do Rio Paraíba do Sul. O vereador ressaltou que a partir de agora será necessário que os políticos fluminenses também se movimentem para dar maior peso ao debate técnico já em andamento. Jerônimo propôs que seja realizada uma "Semana de Rejeição à Transposição do Rio Paraíba do Sul".

Entre outras ações que devem ser apresentadas, o vereador afirmou que seria interessante que todas as Câmaras Municipais da região aprovassem moções de repúdio ao projeto sugerido pelo governo paulista. Como as sessões acontecem em dias alternados de acordo com cada cidade, em uma semana seria possível que todos os municípios aprovassem suas moções.

- As Câmaras Municipais são legítimas representantes da população. Seria uma ação objetiva todas aprovarem moções contrárias ao projeto apresentado pelo governo paulista. Em seguida, remeteríamos essas moções de maneira unificada ou em separado para o Ministério do Meio Ambiente, que será o mediador desta proposta do governo paulista, em minha visão indecorosa - disse Jerônimo.

O vereador afirmou que a transposição do Rio Paraíba é defendida pelo Governo de São Paulo desde 2008, mas ressaltou que no campo técnico a proposta nunca avançou por ser "contraditória" e "arriscada".

- São quase seis anos de debates e São Paulo não conseguiu fazer esta proposta vingar. Então, diante da crise de abastecimento em São Paulo, o Alckmin vai até a presidente Dilma Rousseff e tenta pela política passar por cima de questões que estão em discussão. Diante disso, nós - políticos do lado fluminense - precisamos nos unir para fortalecer o debate técnico - afirmou.

O vereador disse que é temeroso levar um debate estritamente técnico para o campo político, ressaltando que o Estado de São Paulo é historicamente mais forte que o Rio de Janeiro politicamente.

- Nós temos menos apelo político que São Paulo, mas temos de aproveitar que mesmo as cidades do Vale do Paraíba paulista são contrárias a este processo de transposição. De repente, conseguimos que estas moções avancem pelo interior de São Paulo e ganhamos maior peso em nossas ações. Temos de nos movimentar - disse Jerônimo.

O vereador destacou o trabalho de luta que vem sendo realizado pelo MEP (Movimento pela Ética na Política), Comissão Ambiental Sul, Cúria Diocesana e Senge-VR (Sindicato dos Engenheiros de Volta Redonda).

- Muito graças a estas entidades esse projeto de São Paulo não passou. Nós políticos dissemos que estaríamos à disposição para quando fosse necessário. Bem, eu acho que essa é a hora de mostrarmos nosso apoio à causa. Não vamos deixar colocarem o carro na frente do boi. Não se trata de deixar São Paulo sem água, mas tudo tem de ser feito sem colocar nossa região em risco - disse o vereador.

Arquivo
Jerônimo não quer levar debate técnico para campo político
De olho: Jerônimo não quer levar debate técnico para campo político
Deley colhe assinaturas em Brasília

O deputado federal Deley de Oliveira (PTB) colheu assinaturas da bancada fluminense no Congresso Nacional para convocar uma audiência de emergência e em caráter de urgência com o Ministério do Meio Ambiente e a ANA (Agência Nacional de Águas).

- Esse projeto da transposição vem sendo debatido de maneira clara entre os técnicos que entendem do assunto, mas foi tratado de maneira sorrateira na política. Vamos mandar um duro recado ao governador Geraldo Alckmin. Essa reunião dele com a Dilma sobre a transposição não foi bem vista. Esse é um assunto que não pode ser discutido a portas fechadas - afirmou Deley.

O deputado afirmou ainda que o clima é de indignação entre os parlamentares com quem ele conversou:

- Durante a coleta de assinaturas, percebemos que o clima é de revolta. Não vamos deixar isso barato. Existem pessoas sérias e técnicas que vem discutindo isso nos últimos anos e não vamos deixar que a política contamine esse debate impunemente - destacou.

O deputado disse que praticamente todos os parlamentares se dispuseram a participar da audiência: "Vamos colocar tudo em pratos limpos. Esse é um projeto que vem sendo discutido há cinco, seis anos. Agora vçao querer acelerar esse debate, assim, por pressão política?", questionou.

Deley ressaltou que a região Sul Fluminense - toda cortada pelo Rio Paraíba do Sul - experimenta um processo sem precedentes de desenvolvimento, com a chegada de empresas de grande porte. Segundo ele, a falta de água pode gerar problemas para manutenção e avanço desse processo.

- A região não vai ficar em segundo plano por conta dos problemas de São Paulo. No grito ninguém vai levar mais essa - afirmou.

Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/2,86886,Regiao-reage-a-proposta-de-Geraldo-Alckmin.html#ixzz2wV9ygI38


São Paulo estuda captar água do Rio Paraíba do Sul
Publicado em 19/03/2014, às 15h41

Brasília

A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, disse hoje (19) que a Agência Nacional de Águas (ANA) está estudando a possibilidade de captar água do Rio Paraíba do Sul para abastecer o Sistema Cantareira. O nível do manancial chegou à menor marca de sua história, 14,9% da capacidade total. As informações são da Agência Brasil.

O Cantareira é o maior reservatório de água de São Paulo e abastece quase 9 milhões de pessoas na região metropolitana. A situação é a pior desde que o sistema foi criado, na década de 1970.

Rios de São Paulo, Minas Gerais e do Rio de Janeiro fazem parte da bacia do Rio Paraíba do Sul, que é a principal fonte de captação de água para a região metropolitana do Rio de Janeiro e de algumas cidades paulistas da região.

Alguns reservatórios de hidrelétricas da Companhia Energética de São Paulo (Cesp) regulam a vazão do rio e é deles que o governo de São Paulo estuda captar água para o Cantareira. "O governador pediu que nós, do governo federal, avaliássemos tecnicamente essa proposta, quanto ao impacto e à energia gerada. E também fazer a interlocução técnica com Minas Gerais e Rio de Janeiro", disse a ministra Izabella, sobre a reunião que teve ontem com a presidenta Dilma Rousseff e o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin.

Segundo a ministra, a proposta faz parte de um plano do governo do estado para segurança de recursos hídricos para a macrometrópole de São Paulo. "Ele fez uma avaliação com a presidenta e mostrou a estratégia de trabalho. É uma obra que, no planejamento deles, levaria de 12 a 14 meses para ser feita, então foi uma reunião de exposição sobre como São Paulo está olhando, estrategicamente, pós-2014", disse a ministra.

A ministra explicou que a situação de São Paulo é grave e ocorre por causa de um regime de chuvas com baixíssimas precipitações. "Isso fez com que o nível da água no reservatório do Cantareira experimente os menores níveis da sua história, abaixo inclusive do que registrou na pior seca, de 1953", ressaltou.

Ela explica ainda que a estratégia do governo do estado de São Paulo, responsável pela operação do sistema, é prolongar ao máximo a vida útil do reservatório no período chuvoso, até meados de abril, e com isso controlar a situação de 2014, até que as chuvas recomecem no final do ano.

Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/7,86870,Sao-Paulo-estuda-captar-agua-do-Rio-Paraiba-do-Sul.html#ixzz2wVAQlJf8

domingo, 27 de outubro de 2013

Comissão ambiental e MEP pedem audiência sobre transposição do Rio

Comissão ambiental e MEP pedem audiência sobre transposição do Rio
Publicado em 24/10/2013, às 21h11 
Última atualização em 24/10/2013, às 21h11


Zezinho e Dom João Maria Messi discutem medidas de proteção ambiental
Debate: Zezinho e Dom João Maria Messi discutem medidas de proteção ambiental

Volta Redonda
Foi realizada na manhã de hoje (24) uma reunião na sede do MEP (Movimento Ética na Política), visando tratar da preservação do Rio Paraíba do Sul e a situação envolvendo o bairro Volta Grande IV. A reunião coordenada pelos representantes da Comissão Ambiental Sul, Délio Guerra e pelo secretário do MEP, José Maria da Silva, o Zezinho, teve como foco a transposição do Paraíba e contou com a presença de representantes de universidades e de ONGs de proteção ambiental.
Na reunião foi apresentada a atual situação do projeto de transposição, que foi realizado pelo governo paulista em 2008, e retirado de pauta em 2011 por força das pressões políticas e judiciais. Porém a pauta voltou a ser cogitada no inicio de outubro deste ano.
De acordo com o professor Délio Guerra, que durante o Encontro Nacional de Comitês de Bacias em Porto Alegre, no início do mês, informou o fato da volta do projeto para transposição do Paraíba e teve apoio dos sete Comitês de Bacia Hidrográficas do Estado Rio, e dos Comitês do Vale Paraíba Paulista. Ele ainda ressaltou que durante o encontro foi conseguida uma moção da ANA (Agencia Nacional de Água).
- Na ocasião nos articulamos e elaboramos uma moção à ANA para que tomasse pé do assunto, e reforçamos a importância das movimentações, como as ocorridas em 2009/2010 - disse.
Segundo Zezinho, após o debate e esclarecimentos sobre os fatos o grupo chegou ao consenso de que o Governo Paulista não esta respeitando as normas federativas no que tange ao direito e uso da água, no caso, também não fizeram consultas à ANA. Ela ainda ressaltou que o fato de não envolverem os estados do Rio e Minas no processo'.
Zezinho sugeriu ainda solicitar urgentemente uma audiência com o MPF (Ministério Público Federal).
- Queremos que o uma audiência com o MPF para que retomemos a ação impetrada em 2009 pela Comissão Ambiental, à época representada pelo então bispo D. João Maria Messi, hoje emérito - disse.
Indicativo de Plenária Pública na UFF-Aterrado em novembro.
Acadêmicos da UFF (Universidade Federal Fluminense), presente ao encontro se propuseram a agendar a Sala de Debates da UFF - Aterrado para a realização de uma Plenária Ampliada sobre o tema com data prevista para o início de novembro. Para a plenária ainda serão convidados os movimentos do Vale Paraíba, deputados, vereadores, prefeitos, secretários de estado, ambientalistas para participarem do encontro.


Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,80319,Comissao-ambiental-e-MEP-pedem-audiencia-sobre-transposicao-do-Rio.html#ixzz2ixywYYox

Transposição do Paraíba do Sul preocupa MEP

Transposição do Paraíba do Sul preocupa MEP
http://www.folhadointerior.com.br/v2/page/noticiasdtl.asp?t=TRANSPOSI%C7%C3O+DO+PARA%CDBA+DO+SUL+PREOCUPA+MEP&id=61616

Diante da ofensiva do governo de SP, o MEP torna pública sua preocupação com tema, e vai solicitar ainda nesta semana à Executiva da Comissão Ambiental Sul/RJ encontro em caráter de urgência. O Movimento informa também que no dia 10/10/13, irá participar de Encontro no ICMbio em VR, órgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, ocasião em que formalizará sua participação no Conselho Consultivo do ICMbio, ocasião em que reforçará o alerta à transposição retomada pelo Governo Paulista.

Cronologia dos fatos: Desafios e perspectivas.

2008/Fevereiro – Anuncio e inicio da implementação do Projeto de Transposição do Rio Paraíba do Sul pelo governo de São Paulo. Das quatro alternativas estudadas em SP, foi escolhida a que dá um corte no rio Paraíba na região do Vale Paraíba (São José/Japeri).

2009 – Mobilização geral da sociedade civil do Vale Paraíba/SP e do Sul Fluminense/RJ. Conhecimento, reflexão e posição politica articulada nas três unidades federativas - RJ/SP/MG.

2009 - Ação Civil do MPF em Volta Redonda questionando viabilidade e os impactos socioambientais com a transposição junto ao vale Paraíba. Ação coletiva foi capitaneada pela Cúria Diocesana/VR, SENGE-VR, MEP-VR e outros.

2010 – Mobilização permanente da sociedade via planárias, audiências públicas, reuniões de trabalho e caravanas, também o envolvimento dos seguimentos como - CEIVAP, INEA, CEDAE-RJ, Universidades, Escolas Técnicas, OAB, ONG’s Ambientais, Legisladores e Executivos Municipal/ Estadual/ Federal,...

2011- O MPF recomenda a não transposição, levando o governo de São Paulo a recuar da intenção ( em set/ 2011).

2012- Comissão Ambiental Sul/RJ celebra vitória e mantem a vigilância e a luta pela recuperação do Rio Paraíba do Sul com atividades socioeducativas, denuncias relacionadas a degradação e poluição do rio Paraíba e seus afluentes.

2013/Outubro - Governo de São Paulo retoma o Projeto de Transposição – “ Parte das águas do Jaguari seriam transpostas para a Bacia PCJ, dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí. Na área de Guararema, as águas seriam direcionadas para a Bacia do Alto Tietê.”. Cf. http://www.ovale.com.br/nossa-regi-o/estado-retoma-projeto-de-transposic-o-do-paraiba-1.452621.

MEP/VR solicita audiência ao MPF
http://www.folhadointerior.com.br/v2/page/noticiasdtl.asp?t=MEP/VR+SOLICITA+AUDI%CANCIA+AO+MPF&id=62277


Reunidos na sede do MEP, a Comissão Ambiental Sul-RJ representada por Délio Guerra, juntamente com o MEP por Jose Maria da Silva, Zezinho coordenaram reunião de trabalho na manhã de hoje, cujo tema foi a Transposição do rio Paraíba do Sul e sua preservação, também debateu-se o caso Volta Grande IV. Do evento participaram representações de outros segmentos, com ONG’s ambientais e universidades.



Segunda transposição do Rio Paraíba.



O projeto de transposição apresentado pelo governo paulista em 2008, e retirado de pauta em 2011 por força das pressões politicas e judiciais, foi retomado no inicio de outubro deste ano, vem provocando reações. O prof. Délio Guerra, diretor Executivo da Comissão Ambiental que recentemente participou do Encontro Nacional de Comitês de Bacias em Porto Alegre, entre os dia 14 a 19 de outubro informou que no encontro o fato provocou reações dos sete Comitês de Bacia Hidrográficas do Estado Rio, juntamente com os Comitês do Vale Paraíba Paulista. Na ocasião articulamos e tiramos uma moção à ANA- Agencia Nacional de Água para que tomasse pé do assunto, e reforçamos a importância das movimentações, como as ocorridas em 2009/2010.



Petição junto ao MPF e MPE-RJ



Após amplo debate e esclarecimentos sobre os fatos o grupo entendeu que o Governo Paulista não esta respeitando as normas federativas no tange ao direito e uso da água, no caso, também não fizeram consultas à ANA. Acresce ainda o fato de não envolverem os estados do Rio e Minas no processo’. Zezinho do MEP sugeriu solicitar urgentemente uma audiência com o MPF em VR para que retomemos a Ação impetrada naquele órgão em 2009 pela Comissão Ambiental, a época representada pelo D. João Maria Messi, hoje emérito. Prevista para dia 29 ou 30/10.



Indicativo de Plenária Pública na UFF-Aterrado em novembro.



Acadêmicas da UFF, presente ao encontro ficaram de agendar a Sala de Debates da UFF-Aterrado para a realização de uma Plenária Ampliada sobre o tema com data prevista 6 ou 7 de novembro, pela manhã. O MEP e Comissão Ambiental Sul vão contatar os movimentos do Vale Paraíba, deputados, vereadores, prefeitos, secretários de estado, ambientalistas para participarem do encontro

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Nota Pública do MEP/VR

https://www.facebook.com/MEPVR?directed_target_id=0


Nota Pública do MEP/VR
MEP-VR | Movimento Ética na Política - Volta Redonda/RJ
Derramamento de óleo no rio Paraíba do Sul

Mais uma vez assistimos atônitos um novo desastre com rio Paraíba do Sul que atingiu nossa cidade e regiões adjacentes. Lamentamos e ficamos indignados diante da falta de zelo e cuidados das pessoas e poder público. Em 2009 fazíamos um alerta público para todos, em especial ao poder público local e regional para que atentassem para a necessidade da criação de planos contingenciais para enfrentar possíveis situações como a que se apresenta. Nada avançou neste sentido.
Neste momento é visível o esforço dos órgãos públicos na busca de remediação dos danos, mas é preciso diante do cenário traçar caminhos para superação eficaz. Para colaborar tornamos públicos alguns elementos, que acreditamos poderão balizar ações de imediato e médio prazo para que preventivamente as vida de todos os seres vivos sejam poupadas.
Propostas:
1. Urgente estruturação de mecanismos de vigilância de desastre ambiental no Rio Paraíba do Sul e afluentes;
2. Construção reservatório junto ao Parque Natural Municipal Santa Cecilia Fazenda do Ingá/Santa Cruz, Volta Redonda, para abastecimentos emergenciais e
3.Criação centro de monitoramento e estudos hídricos com envolvimento de colégio técnicos, universidades e órgãos públicos.

“Água fonte de Vida”

Volta Redonda, 8 de maio de 2013.

Assinam pelo MEP/VR

Saulo Karol, Bioquímico e Núcleo de Pesquisa do MEP/PVC
Deyvison Silvestre, Biólogo e Conselheiro do MEP/Ambiente
Raquel Almeida, Bióloga e Membro do MEP/Ambiente
Karina Avelar, Estudante e Conselheira do MEP

Foto: Rio Sesmaria em Resende/RJ - Luis Felipe Cesar, jornalista, Crescente Fértil e Projeto Rio Sesmaria
http://migre.me/esQ1S

quarta-feira, 6 de março de 2013

Reunião da Comissão Ambiental Sul 05


Reunião da Comissão Ambiental Sul de 05/03/2013
local: Cúria Diocesana de Volta Redonda, às 9h e 30 min



Na terceira reunião do ano da Comissão Ambiental Sul, Dom João foi convidado a fazer a abertura dizendo da importância dos encontros para afirmar as sugestões e ideias ambientais para o bem da população.

Foi falado por João Thomas sobre o encontro para tratar dos problemas levantados no último diagnóstico visual no rio Brandão sobre enchentes com o prefeito da cidade de Volta Redonda Antônio Francisco Neto e com o vice-prefeito, Paiva, deixando com os mesmos o relatório produzido pela comissão.

Carla, representante da Cruz Vermelha Brasileira, e João falaram sobre a reestruturação que fizeram na apresentação dos resultados do projeto sobre o rio Brandão, ordenando as coletas de amostras de água já realizadas, apontando soluções e responsáveis para cada.Sugeriram a apresentação dos resultados em um seminário após o mês de julho, reunindo todos os envolvidos no projeto, expondo os resultados à sociedade.

Foram comentados pelos membros as ações no rio Guandu e das prefeitura de Rio Claro sobre manutenção de mata ciliar por fazendeiros através de remuneração, de Barra Mansa, Resende, Petrópolis e que podem se estender à Volta Redonda, além da ação contra a CSN feita pelo INEA que foi publicada na grande mídia.

Uma observação importante feita pelo presidente da comissão ressalta que a" comissão pode sugerir ações, mas as responsabilidades são do poder público".

Houve propostas de Délio e Carla em educação ambiental, onde Daniele recordou que a Agenda 21 de Volta Redonda já realizou projeto com escolas municipais próximas à córregos para educação ambiental.

Carina, aluna do terceiro ano do curso técnico de meio ambiente do IFRJ falou que a população fica à margem das informações ambientais do município e que com o seminário deve ter maior participação para mobilização. Sugeriu a presença da comissão em exposições em praça pública.

O Técnico em Meio Ambiente Sandro disse que a educação ambiental depende de verba, pois é um trabalho. Sobre o assunto Luis Eduardo, também técnico, falou sobre educação ambiental feita por ele no bairro Volta Grande Quatro, bairro com contaminação de resíduos industriais da CSN e da dificuldade em sensibilizar a população, que não saiu do local.

Houve a participação do prof° Leonardo da UBM, que apresentou seu pré-projeto à comissão, envolvendo o rio Brandão: “Condições Ambientais dos afluentes do rio Paraíba do Sul no município de Volta Redonda –RJ”, iniciado em 2010, questionando sobre em que o município contribui para devolver limpa a água coletada. O trabalho do engenheiro Gil Portugal, que participou da comissão, foi lembrado por Leonardo dizendo que ele conseguiu mesmo com poucos recursos na comissão uma análise não tão detalhada que auxiliou na pressão popular.

As estudantes do curso técnico de meio ambiente do IFRJ fizeram sugestões de ações a serem feitas pela comissão, como atividades à montante do rio Brandão, pagamento de serviços ambientais aos proprietários de terras para manterem nascentes.

E a próxima reunião da comissão ambiental sul esta marcada para o dia dois de abril.

Daniele R Barbosa

Comissão Ambiental Sul
Facebook https://www.facebook.com/ComissaoAmbientalSulRJ

Contatos:
Prof. Délio Guerra
deguefi@gmail.com
comissaoambientalsulrj@gmail.com
(24) 9221 8784

Colaboração:
Zezinho - MEP-VR | Movimento Ética na Política - Volta Redonda/RJ
novo e-mail: mep.voltaredonda@gmail.com

Cúria Diocesana de Volta Redonda/RJ
www.diocesevr.com.br
Endereço: Rua 25B, no. 44, Vila Santa Cecília (Referência: Praça Brasil)
Tel: (24) 3340-2801


quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Comissão Ambiental Sul faz diagnóstico qualitativo do Rio Brandão

No dia 10 de janeiro de 2013 a Comissão Ambiental Sul fez um diagnóstico qualitativo da situação do rio Brandão em Volta Redonda. O prof. Deyvison foi o responsável técnico pela experiência, que auxiliava indicando pontos a serem observados nos bairros Vila Santa Cecília e Sessenta. O trabalho durou cerca de 3 horas.

















Mesmo com a chuva, os dados foram levantados e algumas situações impactantes chamaram atenção da equipe: lixo depositado próximo ao leito do rio, raízes expostas das árvores e obstruções ao longo da calha do rio. A equipe fará um relatório de visibilidade e já há indicativos para discutir com o prefeito Neto, junto com a Defesa Cível, Secretária do Meio Ambiente e Serviços Público na próxima semana.

Texto Equipe Comissão Ambiental Sul 
Fotos Daniele Barbosa

Comissão Ambiental Sul realiza reunião na Cúria Diocesana, em Volta Redonda


Publicado em 08/01/2013, às 15h56

Última atualização em 08/01/2013, às 15h56
Natacha Prado

Volta Redonda
A Comissão Ambiental Sul realizou, na manhã de hoje (8), uma reunião na Cúria Diocesana de Barra do Piraí Volta Redonda. O objetivo do encontro é verificar a realidade ambiental da região em função do período de alerta, que começa em dezembro e segue até março.

Segundo informações da Comissão, o Departamento de Recursos Minerais apontou que municípios como Rio Claro e Barra Mansa são pontos de risco de acidentes naturais, no âmbito geológico. Além disso, a UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) indicou o Sul Fluminense com uma região propícia a enchentes em função dos rios afluentes.

Segundo o presidente do sindicato dos engenheiros, João Thomaz Araújo Ferreira da Costa, o projeto piloto Brandão promove ações preventivas aos acidentes ambientais do município e de regiões próximas.

- Nosso grupo realiza monitoramentos nos afluentes do Rio Paraíba do Sul. Nosso objetivo é atuar de forma antecipada, visando à redução dos acidentes naturais. Após o término da avaliação, os resultados serão encaminhados às secretarias e órgãos responsáveis do município - disse.

Além disso, João conta que os objetivos da comissão ultrapassam os problemas em função das ocorrências registradas nessa época do ano.

- Há três anos nossas ações buscam reduzir os impactos ambientais. Durante as fortes chuvas, o resultado das ações preventivas, como redução de lixo e podas, trazem benefícios para os órgãos de segurança e para a população que registra menos prejuízos com os acidentes ambientais - explicou.

Rio Brandão

O presidente do sindicato ressalta que o Rio Brandão é o principal foco das avaliações, já que foi o causador das enchentes registradas em janeiro de 2012, na Vila Santa Cecília.

- Vamos dividir nossas equipes para percorrermos a extensão do Brandão buscando verificar a limpeza das calhas e a condição da água. Com as patrulhas ambientais vamos constatar os problemas, já que nossa comissão é composta por professores universitários da área ambiental e outros profissionais habilitados. Eles estão avaliando as metodologias e os parâmetros técnicos para a avaliação - frisou.

João completa informando que a população não pode esperar somente as ações de contingência após as ocorrências de acidentes naturais.

- Para questionarmos a atuação do poder público, precisarmos conhecer os problemas efetivos nas diferentes áreas do município. Nossas pesquisas serão encaminhas como colaboração e avaliação ao trabalho desenvolvido pelos órgãos responsáveis - apontou.

Segundo ele, os órgãos do município colaboram com as iniciativas de redução aos acidentes ambientais promovidas pela comissão ambiental.

- O Saae (Sistema Autônomo de Água e Esgoto) colaborou com o empréstimo de um laboratório para a realização das análises da água do Rio Brandão. Percebemos que o poder público acompanha nossas ações, porém vamos continuar verificando as necessidades do município e da região - concluiu.

De acordo com o professor de gestão e planejamento ambiental, Deyvison Silvestre, o poder público do município se encontra mais preparado que a população.

- Mais importante que o órgão público se encontrar preparado para enfrentar ocorrências, é a população se manter alerta durante todo o ano. As ações preventivas devem ser realizadas para que no período de alerta os acidentes sejam reduzidos - explicou.

Segundo ele, na região Sul Fluminense, os principais problemas são iniciados pelos afluentes, como o Rio Brandão, Barra Mansa e Piraí.

- No Brandão percebo que o uso e a ocupação do solo em sua extensão não são adequados na área urbana e rural. Além disso, a canalização é um fator complicador, já que a velocidade de escoamento é aumentada e em um determinado ponto essa água, após ser represada, vai resultar em enchentes - concluiu.



Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,67682,Comissao-Ambiental-Sul-realiza-reuniao-na-Curia-Diocesana-em-Volta-Redonda.html#ixzz2HbTyqcT6

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Reunião Comissão Ambiental: tema enchentes

Na reunião de hoje realizada na Cúria Diocesana em Volta Redonda, a Comissão Ambiental Sul debateu o tema: chuvas na região.

Foi comentado sobre o levantamento geológico realizado pelo DRM que apontou as áreas com maior chance de desastre ambiental da região: Barra Mansa e Rio Claro.

Discutiu-se sobre a contribuição dos afluentes para a ocorrência de enchentes e que o novo código florestal seria um agravante das condições dos mesmos.

O consenso foi da necessidade de ações a curto e longo prazo como limpeza de galerias, dessassoreamento e corte de árvores que apresentam risco.

O papel da defesa civil foi abordado, com atenção especial na prevenção e integração às secretarias de meio ambiente e serviço público.

E, finalizando, foi marcada para esta 5ª feira, dia 10 de janeiro de 2013, uma visita a campo para diagnóstico das áreas de risco próximas ao rio Brandão.
O encontro do grupo será às 8h na cúria em Volta Redonda.



texto
Daniele R Barbosa
Bióloga

foto
Raquel Almeida

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Comissão Ambiental Sul-RJ convida prefeitos eleitos para encontro. Próxima terça-feira (04/12), em Volta Redonda/RJ.


fonte https://www.facebook.com/MEPVR?ref=stream

MEP-VR | Movimento Ética na Política - Volta Redonda/RJ

29 de novembro
Comissão Ambiental Sul-RJ convida prefeitos eleitos para encontro.
Próxima terça-feira (04/12), em Volta Redonda/RJ.

10 prefeitos eleitos já confirmaram presença!

A Comissão Ambiental Sul-RJ, ligada à Diocese de Barra do Pirai – Volta Redonda, a exemplo do encontro realizado com os vereadores sobre as questões socioambientais, no dia 06/11*, realizará no dia 04/12/12, a segunda edição com os prefeitos eleitos do Região Sul Fluminense. O objetivo do encontro é criar aproximação dos executivos eleitos com os segmentos sociais, bem como apresentar preocupações no que tange as questões socioambientais da Região.

DIA terça-feira: 04/12/12

LOCAL: Cúria na Vila Santa Cecília em Volta Redonda -RJ (ao lado da praça Brasil)

Horário: a partir das 9h

A equipe executiva da Comissão Ambiental já iniciou a entrega dos convites aos 18 eleitos da Região Sul Fluminense. A expectativa é que haja uma boa participação diante da importância do tema e também a possibilidade da criação de políticas articuladas na área socioambiental no sul do Estado.

*VEREADORES ELEITOS PARTICIPAM DE ENCONTRO COM MOVIMENTOS POPULARES EM VOLTA REDONDA/RJ
http://migre.me/bQUSE

Vídeo: http://migre.me/c17rf

IMPORTANTE: Os municípios da região da Costa Verde serão convidados em outro momento.



CONTATOS DA COMISSÃO:
deguefi@gmail.com
(24) 3340-2801
MEP-VR | Movimento Ética na Política - Volta Redonda/RJ

Fonte da imagem:
http://migre.me/bQUmw