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domingo, 7 de abril de 2013
Pinheiral e a água que vem do Rio Paraíba
Publicado em 07/04/2013, às 10h31
Última atualização em 07/04/2013, às 10h31
Jorge Luiz Calife
jorge.calife@diariodovale.com.br
Colunista: Jorge Calife
"Há algo de podre no reino da Dinamarca" dizia o personagem da tragédia "Hamlet", de Shakespeare. Pinheiral no inverno pode ser escura e nebulosa como a Dinamarca do príncipe de Shakespeare. E lá também tem algo podre no Rio Paraíba do Sul. E coisas muito piores. Há algo sinistro acontecendo em Pinheiral e só não percebe quem não quer ou quem é muito desinformado.
Na década passada, já vão uns dez anos, uma ONG fez uma pesquisa no Rio Paraíba do Sul, no seu trecho mais poluído, entre Volta Redonda e Barra do Piraí. É justamente ali que é captada a água que a população de Pinheiral consome, pagando um preço salgado por isso. O pessoal da ONG recolheu os peixes que ainda vivem no rio e constatou uma coisa assustadora. Quase todos eles tinham tumores ou estavam deformados devido aos resíduos químicos dissolvidos na água do Paraíba.
De lá para cá comecei a notar outra coisa preocupante. É comum dos cachorros de rua de Pinheiral aparecem com tumores e morrerem disso. E não são só os cachorros de rua. Aqueles que têm dono e vivem dentro de casa e de quintais, também apresentam uma alta taxa de mortes por câncer. Meu vizinho teve que sacrificar o cachorro dele porque tinha vários tumores nas pernas. O gato de um rapaz que mora no final da minha rua também teve câncer.
Meus leitores regulares, devem se lembrar da Kiara, aquela cadela preta e branca que foi atropelada em agosto do ano passado e virou estrela aqui do Espaço Aberto. Kiara também morreu de câncer. O tumor apareceu no fígado dela no final de setembro. A veterinária disse que era inoperável e deu um mês de vida para ela. E Kiara faleceu no dia 28 de outubro.
João Marcos Coelho
Kiara: Como outros cães de Pinheiral, ela morreu de câncer
Em comum
O que há em comum entre os peixes deformados do Rio Paraíba e os animais domésticos de Pinheiral? Todos eles bebem água que vem do Rio Paraíba. Vejam bem, estou apenas apresentando uma hipótese, uma desconfiança, que deveria ser investigada não só pelo bem dos animais, mas pelo risco que apresenta para a população de Pinheiral. Lá a água que sai das torneiras passa pelo tratamento clássico para a eliminação de resíduos orgânicos. A água é filtrada, decantada, recebe cloro e vários outros compostos químicos para ganhar uma aparência de água potável. As vezes ela chega na torneira meio turva. Conheço uma moradora, recém-chegada na cidade, que ficou assustada ao tentar lavar a roupa com a água da torneira. As roupas brancas ficaram amareladas.
Outra coisa estranha é uma lama amarelada que se acumula no fundo das caixas d'água. Minha vizinha diz que é hidróxido de alumínio usado no processo de tratamento da água. Não sei, vou pesquisar o assunto. Mas posso garantir que aquele sedimento fede e torna necessária a limpeza das caixas de água várias vezes por ano. Outro fenômeno estranho é um forte odor, semelhante a cheiro de iodo que toma conta do banheiro sempre que usamos o chuveiro para tomar um banho.
Tudo isso deixa os moradores de Pinheiral com medo de consumir a água da torneira. A maioria, como eu, só bebe água mineral. Conheço gente que também cozinha com água mineral o que é meio dispendioso. Mas na hora de usar aquela água estranha para fazer um arroz ou uma feijoada, o medo do câncer assusta mais do que o preço da água mineral. Meu irmão costumava ir buscar água em uma mina a um quilômetro da casa dele para não ter que tomar a água da torneira.
Toda essa preocupação é justificada. Porque o processo convencional de tratamento de água elimina os coliformes fecais, os resíduos orgânicos, mas não vai eliminar os metais pesados e as substâncias cancerígenas que estão dissolvidos na água do Paraíba. Sei que é difícil encontrar uma alternativa para a captação de água, mas acho que a prefeitura da cidade devia pensar com atenção nesse problema.
Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,71742,Pinheiral-e-a-agua-que-vem-do-Rio-Paraiba.html#ixzz2PowqyHIO
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
resumo da reunião da Comissão Ambiental Sul de Fevereiro 2013
Pauta da reunião da Comissão Ambiental Sul de 19/02/2013
local: Cúria Diocesana de Volta Redonda, às 9h e 30 min
-saudação
-cenário sócio-ambiental (lixo/chuvas)
- projeto 2013
Prof° Délio Guerra inicia a reunião pedindo que todos se apresentassem, como sugerido por Zezinho.
Délio comenta sobre os resultados da cobrança de ações no rio Brandão, como projetos apresentados pela prefeitura, e sugere que o grupo pense em projeto em um afluente da margem esquerda do Rio Paraíba do Sul. Ele fala que o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Volta Redonda -SAAE não consegue abastecer toda a cidade pois faltou água em alguns bairros. Délio sugere também projeto com agricultores rurais e , como não há área rural significativa na cidade, exemplificou Pinheiral e Barra do Piraí, seguindo modelo da cidade de Rio Claro. Délio fala sobre a preocupação da FIRJAN com as nascentes.
O problema do lixo foi abordado Sandro Honório, que propõe trabalho de educação ambiental e compostagem. Carla, representante da Cruz Vermelha Brasileira na reunião, questiona um modo de cobrar o poder público quanto ao problema na coleta de lixo na cidade. Carla e João falam da conclusão do projeto do rio Brandão, visto que falta questionar o órgão público responsável, SAAE, apontado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Volta Redonda em reunião com a comissão como zelador das atividades do rio. Os participantes falam que a reunião está se tornando um fórum de discussão de questões técnicas. Carla recorda que Délio apresentou há algum tempo um projeto de educação ambiental a ser feito em quatro escolas públicas próximas ao rio Brandão, que não foi concluído.
Quanto ao problema dos resíduos, o prof° Deyvison discute que é necessário tornar pública a indignação e ter atitude pró-ativa. O mesmo fala do passivo ambiental de vinte anos do município e que, nas décadas de quarenta e cinquenta, foi realizada a última arborização urbana significativa da cidade e que os órgãos públicos, como as Secretarias Municipais de Meio Ambiente, Ação Comunitária e Serviço Público, devem ser articulados para resolver os problemas ambientais e terem planos de contingência. Deyvison fala de casos de dengue e leptospirose e diz "não adianta falar que Volta Redonda tem a melhor saúde se não cuida do lixo". Ele esclarece que haverá este ano a Conferência Nacional de Meio Ambiente, precedida pelas Conferências Estadual e Municipal e esta última pode ser organizada por escola ou pela própria Comissão Ambiental Sul. Deyvison alega que o município tem a segunda ou terceira maior arrecadação do estado do Rio de Janeiro e não consegue coletar o lixo, não havendo plano de saneamento básico, resíduos sólidos e coleta seletiva bem estruturados. A mestranda em Meio Ambiente e Saúde do Centro Universitário Fundação Oswaldo Aranha -UNIFOA acrescenta que, em seu projeto de dissertação de mestrado, de duas clínicas veterinárias e três clínicas de saúde pequenas consultadas, nenhuma dispunha os resíduos hospitalares de forma adequada e apenas uma clínica veterinária aceitou fazer o plano de resíduos hospitalares com ela.
O representante do Fórum de Justiça falou sobre a poluição do ar no município e que a melhoria do transporte público amenizaria o problema, como o projeto de bilhete único discutido no fórum por ele visto que não é qualquer modelo que se adéqua ao município. Ele comunica que dia dois de março haverá reunião do fórum e que a Comissão Ambiental Sul pode apresentar o planejamento no mesmo.
João, que direciona a reunião após a saída justificada de Délio antes de seu término, esclarece que em último encontro com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente a mesma disse que a competência do rio Brandão é do SAAE.
Vera Gama fala sobre a importância da educação ambiental bem estruturada e contínua para obtenção de resultados positivos e divide a experiência do projeto de educação sexual que faz há 12 anos.
Sandro expõe que o BNDES financia projetos ambientais com foco em comunidades.
João reforça que a Comissão deve concluir o trabalho do rio Brandão, como as nascentes e a cobrança aos órgãos públicos competentes.
A Lívia, representante da rede Floresta de supermercados, fala do projeto da empresa de reduzir o consumo de sacolas plásticas, de conscientização dos clientes e da separação de resíduos recicláveis.
Concluindo a reunião, foi definido o seguinte cronograma a fim de estipular responsáveis e prazos para alcançar objetivos propostos. No dia vinte e oito de fevereiro, o João vai contactar o poder público para falar do diagnóstico do rio Brandão e do problema da coleta de lixo. Os membros Luan, Délio, Vinícius, João, Carla e Adriana produzirão, até o mês de abril, a conclusão do documento sobre o rio Brandão, formando a Câmara Técnica do rio Brandão. A Câmara Técnica se reunirá dia vinte e seis de fevereiro para se organizarem melhor.
Como sugestão de pauta para a próxima reunião da Comissão Ambiental Sul no dia cinco de março, Carla sugere pensar sobre uma Câmara Técnica de Elaboração de Projetos para captação de recursos de órgãos de fomento ambientais, como BNDES e AGEVAP.
Término da reunião: 11:30
Daniele R Barbosa
Comissão Ambiental Sul
Facebook https://www.facebook.com/ComissaoAmbientalSulRJ
Contatos:
Prof. Délio Guerra
deguefi@gmail.com
comissaoambientalsulrj@gmail.com
(24) 9221 8784
Colaboração:
Zezinho - MEP-VR | Movimento Ética na Política - Volta Redonda/RJ
novo e-mail: mep.voltaredonda@gmail.com
Cúria Diocesana de Volta Redonda/RJ
www.diocesevr.com.br
Endereço: Rua 25B, no. 44, Vila Santa Cecília (Referência: Praça Brasil)
Tel: (24) 3340-2801
local: Cúria Diocesana de Volta Redonda, às 9h e 30 min
-saudação
-cenário sócio-ambiental (lixo/chuvas)
- projeto 2013
Prof° Délio Guerra inicia a reunião pedindo que todos se apresentassem, como sugerido por Zezinho.
Délio comenta sobre os resultados da cobrança de ações no rio Brandão, como projetos apresentados pela prefeitura, e sugere que o grupo pense em projeto em um afluente da margem esquerda do Rio Paraíba do Sul. Ele fala que o Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Volta Redonda -SAAE não consegue abastecer toda a cidade pois faltou água em alguns bairros. Délio sugere também projeto com agricultores rurais e , como não há área rural significativa na cidade, exemplificou Pinheiral e Barra do Piraí, seguindo modelo da cidade de Rio Claro. Délio fala sobre a preocupação da FIRJAN com as nascentes.
foto Daniele Barbosa, reunião de janeiro de 2013.
O problema do lixo foi abordado Sandro Honório, que propõe trabalho de educação ambiental e compostagem. Carla, representante da Cruz Vermelha Brasileira na reunião, questiona um modo de cobrar o poder público quanto ao problema na coleta de lixo na cidade. Carla e João falam da conclusão do projeto do rio Brandão, visto que falta questionar o órgão público responsável, SAAE, apontado pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Volta Redonda em reunião com a comissão como zelador das atividades do rio. Os participantes falam que a reunião está se tornando um fórum de discussão de questões técnicas. Carla recorda que Délio apresentou há algum tempo um projeto de educação ambiental a ser feito em quatro escolas públicas próximas ao rio Brandão, que não foi concluído.
Quanto ao problema dos resíduos, o prof° Deyvison discute que é necessário tornar pública a indignação e ter atitude pró-ativa. O mesmo fala do passivo ambiental de vinte anos do município e que, nas décadas de quarenta e cinquenta, foi realizada a última arborização urbana significativa da cidade e que os órgãos públicos, como as Secretarias Municipais de Meio Ambiente, Ação Comunitária e Serviço Público, devem ser articulados para resolver os problemas ambientais e terem planos de contingência. Deyvison fala de casos de dengue e leptospirose e diz "não adianta falar que Volta Redonda tem a melhor saúde se não cuida do lixo". Ele esclarece que haverá este ano a Conferência Nacional de Meio Ambiente, precedida pelas Conferências Estadual e Municipal e esta última pode ser organizada por escola ou pela própria Comissão Ambiental Sul. Deyvison alega que o município tem a segunda ou terceira maior arrecadação do estado do Rio de Janeiro e não consegue coletar o lixo, não havendo plano de saneamento básico, resíduos sólidos e coleta seletiva bem estruturados. A mestranda em Meio Ambiente e Saúde do Centro Universitário Fundação Oswaldo Aranha -UNIFOA acrescenta que, em seu projeto de dissertação de mestrado, de duas clínicas veterinárias e três clínicas de saúde pequenas consultadas, nenhuma dispunha os resíduos hospitalares de forma adequada e apenas uma clínica veterinária aceitou fazer o plano de resíduos hospitalares com ela.
O representante do Fórum de Justiça falou sobre a poluição do ar no município e que a melhoria do transporte público amenizaria o problema, como o projeto de bilhete único discutido no fórum por ele visto que não é qualquer modelo que se adéqua ao município. Ele comunica que dia dois de março haverá reunião do fórum e que a Comissão Ambiental Sul pode apresentar o planejamento no mesmo.
João, que direciona a reunião após a saída justificada de Délio antes de seu término, esclarece que em último encontro com a Secretaria Municipal de Meio Ambiente a mesma disse que a competência do rio Brandão é do SAAE.
Vera Gama fala sobre a importância da educação ambiental bem estruturada e contínua para obtenção de resultados positivos e divide a experiência do projeto de educação sexual que faz há 12 anos.
Sandro expõe que o BNDES financia projetos ambientais com foco em comunidades.
João reforça que a Comissão deve concluir o trabalho do rio Brandão, como as nascentes e a cobrança aos órgãos públicos competentes.
A Lívia, representante da rede Floresta de supermercados, fala do projeto da empresa de reduzir o consumo de sacolas plásticas, de conscientização dos clientes e da separação de resíduos recicláveis.
Concluindo a reunião, foi definido o seguinte cronograma a fim de estipular responsáveis e prazos para alcançar objetivos propostos. No dia vinte e oito de fevereiro, o João vai contactar o poder público para falar do diagnóstico do rio Brandão e do problema da coleta de lixo. Os membros Luan, Délio, Vinícius, João, Carla e Adriana produzirão, até o mês de abril, a conclusão do documento sobre o rio Brandão, formando a Câmara Técnica do rio Brandão. A Câmara Técnica se reunirá dia vinte e seis de fevereiro para se organizarem melhor.
Como sugestão de pauta para a próxima reunião da Comissão Ambiental Sul no dia cinco de março, Carla sugere pensar sobre uma Câmara Técnica de Elaboração de Projetos para captação de recursos de órgãos de fomento ambientais, como BNDES e AGEVAP.
Término da reunião: 11:30
Daniele R Barbosa
Comissão Ambiental Sul
Facebook https://www.facebook.com/ComissaoAmbientalSulRJ
Contatos:
Prof. Délio Guerra
deguefi@gmail.com
comissaoambientalsulrj@gmail.com
(24) 9221 8784
Colaboração:
Zezinho - MEP-VR | Movimento Ética na Política - Volta Redonda/RJ
novo e-mail: mep.voltaredonda@gmail.com
Cúria Diocesana de Volta Redonda/RJ
www.diocesevr.com.br
Endereço: Rua 25B, no. 44, Vila Santa Cecília (Referência: Praça Brasil)
Tel: (24) 3340-2801
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Parque de Saudade recebe reunião do Comitê do Médio Paraíba do Sul
Publicado em 31/01/2013, às 16h56
Última atualização em 31/01/2013, às 16h56
Divulgação
Barra Mansa
Barra Mansa sediou nesta quinta-feira (31) a 9ª Reunião Ordinária do Comitê do Médio Paraíba do Sul. O evento foi realizado no Parque Municipal de Saudade e reuniu representantes dos 19 municípios da região Médio Paraíba que fazem parte do Comitê. Durante o encontro, foi apreciado o edital eleitoral do biênio 2013/2015 e discutido o planejamento estratégico para os próximos cinco anos, além de um convênio com a WWF Brasil.
- Este convênio vai estudar a vulnerabilidade da bacia do Médio Paraíba. Também será uma ferramenta de apoio aos municípios - ressaltou a servidora do Saae BM, Vera Lucia Teixeira, integrante do Comitê Médio Paraíba do Sul.
O convênio prevê ainda a criação de um sistema de georeferenciamento.
- Além de interligar os municípios, esse sistema ajudará na tomada de decisões como no caso de vazão de rios, ocupações irregulares, saneamento e na qualidade e quantidade de recursos hídricos para essas cidades. Através de um mapa digital, os gestores poderão detectar, por exemplo, onde ficam as nascentes, quais áreas precisam de reflorestamento, onde precisa de um corredor ecológico - informou Vera Lucia.
No encontro também foram indicados os representantes para participação do fórum do Ceivap (Comitê de Integração da Bacia Hidrográfica do Rio Paraíba do Sul) e a "Ong Nosso Bairro, Nossa Vida", de Barra Mansa, foi escolhida para representar a sociedade civil no Ceivap.
- É muito importante para o município receber um evento como este, no qual foram discutidos assuntos de grande relevância como as questões hídricas, mudanças climáticas, ocupação urbana, poluição dos rios e esgotamento sanitário. A partir dessas informações, a prefeitura terá ainda mais ferramentas para decidir suas ações - destacou o secretário municipal de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Adaucto Siqueira de Lima Neves.
Também estiveram presentes na reunião, representando a prefeitura de Barra Mansa, o diretor executivo do Saae, engenheiro Horácio Guimarães Delgado Junior; e o secretário municipal de Habitação e Interesse Social, Juarez Magalhães.
Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,68769,Parque-de-Saudade-recebe-reuniao-do-Comite-do-Medio-Paraiba-do-Sul.html#ixzz2JamxOb2X
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2013
Coleta seletiva será retomada e ampliada pelo Saae de Barra Mansa
Publicado em 23/01/2013, às 12h00
Barra Mansa
A coleta seletiva de materiais recicláveis realizada pelo Saae BM será retomada no mês de março. O serviço foi suspenso temporariamente devido ao término do contrato com a empresa responsável pela coleta no mês de dezembro. O Saae BM já está realizando uma nova licitação para que o trabalho seja retomado. "Pedimos a compreensão dos moradores. Nossa previsão é que em meados de março a coleta volte a ser feita nos bairros", informou a engenheira Elba Carvalho, coordenadora de Resíduos Sólidos do Saae BM.
Segundo a coordenadora, além dos dois caminhões que já faziam o serviço, mais dois veículos serão incorporados à frota. "Há uns dois anos, a prefeitura recebeu dois caminhões da Funasa, mas eles estavam parados. Esses veículos já foram adaptados, aprovados pelo Inmetro e agora estão no Detran para serem emplacados. Com isso, serão quatro caminhões na coleta seletiva para atender residências e empresas ", disse.
De acordo com a engenheira, com o aumento na frota mais bairros poderão ser atendidos. "Desde que a coleta seletiva começou o caminhão só passava uma vez por semana em cada bairro. Como muitos moradores não tinham como deixar o material armazenado, o Saae sempre recebeu muita reclamação. Diante disso, o atual governo decidiu ampliar a frota e, desta forma, atender mais bairros. Estamos fazendo um estudo e onde houver necessidade vamos atender. Nosso objetivo é renovar o programa para melhor atender à população", garantiu.
Até o ano passado a coleta era feita nas seguintes localidades: Vila Maria, Santa Rosa, Vila Orlandélia, Ano Bom, Ary Parreiras, Parque Independência, Boa Sorte, São Luiz, Piteiras, Colônia, Loteamento São Lucas, Morada da Colônia I, Morada da Colônia II, Vilage Primavera, Vilage do Sol, Loteamento Aymoré, Jardim Boa Vista, Bairro de Fátima, Rua da Figueira, São Silvestre, Verbo Divino, Morro do Cruzeiro, Vila Nova e Água Comprida.
Elba informou ainda que até que o serviço seja normalizado, os moradores que desejarem podem encaminhar os materiais recicláveis à Coopcat (Cooperativa de Catadores). A cooperativa fica na Avenida Presidente Kennedy, nº 3.050, no bairro Ano Bom. Mais informações (24) 3322-6195 ou 3322-5206.
Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,68354,Coleta-seletiva-sera-retomada-e-ampliada-pelo-Saae-de-Barra-Mansa.html#ixzz2IqeAj3II
domingo, 16 de dezembro de 2012
Angra tenta diminuir problemas de falta d´água
Publicado em 15/12/2012, às 17h17
Última atualização em 15/12/2012, às 17h17
Felipe de Souza
No verão: Moradores ainda podem sofrer com a falta d’água
Wagner Rodriguez
wagner.rodriguez@diariodovale.com.br
Angra dos Reis
A cidade de Angra dos Reis vive constantes problemas com a falta d'água - durante todo o ano. Com a iminente chegada do verão, esta dor de cabeça pode aumentar. Apesar disso, a prefeitura, por meio do Saae e do Cedae já está desenvolvendo novos projetos para evitar os problemas.
Nesta época, além de o consumo de água aumentar em razão das altas temperaturas, a cidade da Costa Verde recebe um grande número de turistas que permanecem na região para as festas de final de ano, assim como durante as férias.
Só neste ano, mesmo em baixa temporada, os moradores já sofreram por diversas vezes com a falta deste recurso essencial para a vida de todos. E até fevereiro, se comparar o atual número de habitantes, com os que irão habitar a cidade até o final de verão, Angra terá a sua população triplicada.
Turistas e pessoas que possuem casas de veraneio, procuram a cidade dos Reis Magos, para descansar e desfrutar das belezas do paraíso e assim, contribuem para aumentar o consumo de produtos e recursos.
Transtornos durante todo o ano
O período mais crítico vivido pelos angrenses ocorreu no mês de agosto, devido à estiagem e a falta de investimento no setor. Segundo dados da prefeitura, um dos maiores reservatórios da cidade - localizado na Banqueta - operou em níveis muito baixos e em alguns pontos o rio chegou a secar.
A barragem da Banqueta é o principal sistema de abastecimento das regiões do Centro da cidade e da Japuíba. Ele é operado de forma mista, através da Cedae (Companhia Estadual de Água e Esgoto do Rio) e do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto). Devido a este problema, o Saae de Angra elaborou um projeto que interligará os microssistemas existentes.
- O Saae quer integrar, através de um projeto já em desenvolvimento, os cerca de 50 microssistemas hoje existentes a duas unidades de produção, as bacias do Rio Mambucaba e do Rio Bracuí, únicas com capacidade de exportação de água para as demais regiões. Com isso, solucionaríamos a questão do abastecimento de água em Angra, em toda sua parte continental - explicou Carlos Marcatti.
No Rio Mambucaba será feita uma tomada d'água com capacidade de produção de 250 litros por segundo, que abastecerá do Parque Mambucaba até Itaorna; já no Rio Bracuí, a tomada será de 900 litros por segundo, na intenção de fornecer água no trecho que vai do Frade até Garatucaia, passando pelo Centro.
Com isso, a produção de água vai alcançar um crescimento de até 195% em relação à população atual. Este atendimento está previsto para mais de 40 anos, podendo ainda ser estendido, já que o projeto prevê uma captação aquém daquela que é permitida pela legislação - 50% da vazão mínima do rio por um período de dez anos, durante sete dias recorrentes.
- A elaboração do projeto custa ao município cerca de R$ 3 milhões. A execução do mesmo, prevista para janeiro de 2013, deve exigir um valor de R$ 300 milhões a ser investido, tomando por base o custo da elaboração e os elementos técnicos necessários à busca de recursos pelo município - afirmou o presidente do Saae, Carlos Marcatti.
Em um prazo maior, o Saae também prevê outras soluções para o problema no município.
Segundo Marcatti, eles estão efetuando um projeto para centralizar o abastecimento em dois pontos, Mambucaba e Bracuí. No primeiro, irão abastecer até a região de Itaorna e no segundo, desde o Frade até os limites do município, em Garatucaia e Cantagalo.
- Isso está custando ao município cerca de R$3 milhões, só pela execução. Pretendemos deixar o projeto pronto, para que o próximo governo consiga buscar recursos para a implementação. Inclusive, tivemos uma situação parecida com essa em 2007, que foi até um pouco mais grave. De lá para cá, o consumo já aumentou muito. Por conta disso, estamos trabalhando num sistema definitivo para abastecer a cidade - completou Marcatti.
Consumo consciente de água
Apesar de todos os esforços realizados pelo poder público, os moradores e turistas devem tomar cuidados e utilizar a água de forma consciente:
- Ao escovar os dentes e se barbear, manter a torneira fechada;
- Fechar a torneira enquanto ensaboar as louças e talheres;
- Usar a máquina de lavar roupas na capacidade máxima;
- Na hora do banho, procurar se ensaboar com o chuveiro desligado e procurar tomar banho rápido;
- Não jogar óleo de fritura pelo ralo da pia. Além de correr o risco de entupir o encanamento da residência, esta prática polui os rios e dificulta o tratamento da água;
- Não deixar que ocorram vazamentos em encanamentos dentro da residência;
- Entrar em contato com a companhia de água ao verificar vazamentos de água na rede externa;
- Usar a descarga no vaso sanitário apenas o necessário. Manter a válvula sempre regulada;
- Reutilizar a água sempre que possível;
- Utilizar regador no lugar de mangueira para regar as plantas;
- Usar vassoura para varrer o chão e não a água da mangueira;
- Lavar o carro com balde ao invés de mangueira;
- Captar a água da chuva com baldes. Esta água pode ser usada para lavar carros, quintais e regar plantas;
- Tratar a água de piscinas para não precisar trocar com frequência. Outra dica é cobrir a piscina com lona, enquanto não ocorre o uso, para evitar a evaporação;
- Colocar sistemas de controle de fluxo de água (aeradores) no bico das torneiras.
Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,66900,Angra-tenta-diminuir-problemas-de-falta-d%C2%B4agua.html#ixzz2FDUrikRH
domingo, 9 de dezembro de 2012
‘Volta Redonda tem água suficiente’, diz Saae
Publicado em 09/12/2012, às 16h06
http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,66640,%E2%80%98Volta-Redonda-tem-agua-suficiente%E2%80%99-diz-Saae.html#axzz2DyWoWlTb
Volta Redonda
Apesar de o verão ainda nem ter começado, o intenso calor das últimas semanas em Volta Redonda já foi mais do que suficiente para que ocorresse um aumento no consumo de água. Na maioria dos casos, aumento causado pelo desperdício do próprio consumidor. Entretanto, a população agora questiona se a cidade está realmente preparada para esse abastecimento.
A dona de casa Mariana dos Santos Alvarenga, moradora do Retiro, acredita que se a população não economizar água, pode haver racionamento durante o verão. Ela é da opinião de que todos devem colaborar e não consumir água em excesso.
Segundo o gerente de Tratamento de Água e Esgoto, engenheiro Patrick James Kent, normalmente o consumo é de 20% a mais durante os meses mais quentes do ano. Entretanto, para Kent, que trabalha como gerente de controle de perdas na estação de tratamento do Belmonte, não haverá problema de abastecimento, mesmo no período de maior consumo.
- Apesar de ocorrer um aumento, a produção de água na cidade é de 1,2 mil litros por segundo, independente da estação. A produção é sempre a mesma. Além disso, temos uma reserva de 48 milhões de litros de água em vários pontos estratégicos. Além de reservatórios em vários bairros - afirmou.
Kent ainda frisou que essa produção de água é mais do que suficiente para atender a demanda da cidade, e que não é provável haver problemas de falta de água em Volta Redonda, atualmente.
Alerta
A falta de água ocorre quando surgem problemas na distribuição, como o rompimento de uma adutora, vazamentos ou quando há queda de energia, que interrompe o abastecimento.
- Às vezes levamos dias para conseguir descobrir onde está o vazamento. Só então podemos começar a realizar as obras de reparo. Por causa de um vazamento há queda de pressão da água na tubulação e os moradores, principalmente dos locais mais altos acabam ficando abastecimento - explicou o engenheiro.
Por isso é ideal que a população tenha uma reserva dentro de casa, e consuma a água racionalmente, sem desperdiçar. Além disso, não se deve lavar o carro em excesso, molhar a grama ou molhar as calçadas e ruas.
- Não é proibido, mas que seja feito de forma racional - completou.
Kent ainda explicou que cada pessoa consome cerca de 200 litros de água por dia. Dessa forma, numa família com cinco pessoas, tem que ter pelo menos uma caixa d'água de mil litros.
- Volta Redonda tem água suficiente, o Rio Paraíba está com uma vazão boa, a nossa reguladora que é a empresa do Funil também está com a sua vazão normal, portanto se todos agirem com responsabilidade e cautela haverá água para todos neste verão - finalizou.
Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/4,66640,%E2%80%98Volta-Redonda-tem-agua-suficiente%E2%80%99-diz-Saae.html#ixzz2Ea5HStia
saneamento: Câmara de Barra Mansa aprova doação de terreno da Saint Gobain
Câmara de Barra Mansa aprova doação de terreno da Saint Gobain
Publicado em 07/12/2012, às 19h49
Última atualização em 07/12/2012, às 19h49
Barra Mansa
A Câmara Municipal aprovou, em sessão realizada na manhã de hoje (7), um projeto de lei, de autoria do Poder Executivo, que autoriza o município a receber, com encargos, a doação de um terreno de 3.091 metros da empresa Saint Gobain, que será acrescido a outra área de 6.654 metros no bairro Barbará, onde está sendo construída uma Estação de Tratamento de Esgoto (ETE).
Em troca dessa nova área, o município isentará a empresa de pagamento de taxa de esgoto sanitário pelo prazo de 15 anos. A área anterior já havia sido doada, porém sem ônus para o município.
Na última terça-feira, representantes do Saae estiveram na Câmara e explicaram a necessidade da nova área e apresentaram cálculos que mostram que o valor do terreno supera em mais de duas vezes o valor que a empresa vai deixar de pagar nos próximos 15 anos.
A ETE do Barbará terá capacidade de tratamento para 907 mil litros por hora, contará com a construção de 12.800 metros de rede de esgoto e oito elevatórias. A obra, orçada em R$ 26,4 milhões, tem investimentos do Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (Fecam) e contrapartida da prefeitura.
Segundo a prefeitura, com a construção da ETE Barbará e da ETE Ano Bom, que já está em andamento, o tratamento de esgoto no município passará de 3,7 % para 67%.
O presidente da Câmara, Luis Antonio Cardoso (PMDB), afirmou que o valor será menor e que avalia de forma positiva a aprovação do projeto.
- O valor venal do terreno equivale a 38 anos do que a empresa pagaria de taxa de esgoto. E mesmo assim a empresa terá essa contrapartida ao longo de 15 anos, portanto foi um projeto muito positivo para o município - afirmou.
A aprovação teve o voto contrário dos vereadores do PT, Marcelo Borges e José Maurício. Marcelo Borges questionou a isenção do terreno e pediu vistas do projeto para fazer os cálculos, mas o pedido foi recusado pela maioria.
- Não concordo com essa isenção. A Saint Gobain é uma empresa rica e esse valor não faria falta para ela, mas para o município, que precisa arrecadar, sim - destacou.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2012
Chegada do verão faz Saae de Volta Redonda promover ações preventivas
Publicado em 07/11/2012, às 18h26
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Última atualização em 07/11/2012, às 18h26
Natacha Prado
natacha.prado@diariodovale.com.br
Volta Redonda
O calor aumentou consideravelmente no Sul Fluminense desde o início da primavera, em setembro, e sempre existe a expectativa de que a situação seja mais complicada no verão - onde um dos principais desafios diz respeito ao consumo e economia da água pela população.
Segundo o diretor executivo do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) de Volta Redonda, Paulo Cézar de Souza, o órgão realizou ações buscando garantir o funcionamento adequado dos sistemas de água durante o período.
- A única fonte de manancial de fornecimento de água é o Rio Paraíba do Sul. Não existe um "Plano B", dependemos efetivamente dele. Volta Redonda, entretanto, nunca sofreu com períodos de estiagem. Mesmo com a diminuição do índice pluviométrico, a população pode ficar tranquila quanto ao abastecimento de água. Hoje conquistamos um nível de estabilidade e comodidade, e o único problema é em relação às fortes chuvas, como as trombas d'água, onde os resíduos dos rios são arrastados e aumentam a solidez da água, que passa a necessitar de muitos produtos químicos para tratamento - disse.
Para que os equipamentos da Estação de Tratamento de Água, localizada no bairro Belmonte, abasteçam os pontos, a energia do espaço deve ser garantida.
- O trabalho do Saae estabelece ligação direta com a Light (concessionária de energia elétrica), já que o funcionamento fica comprometido. Se estiver em dias quentes, nós não conseguimos manter os reservatórios cheios, e somente após o retorno da energia nós conseguimos retomar as atividades - ressaltou.
A infraestrutura do Saae conta com obras e reconstruções de acordo com as ocorrências e a demanda registrada pela população.
- As tubulações são arrumadas mediante os problemas que surgem. Hoje contamos com uma equipe de prontidão caso algum registro aconteça no período noturno. Adquirimos equipamentos que garantem a realização desse tipo de serviço. Além disso, alteramos a demanda contratada de energia durante o verão, em função do aumento do consumo da população - explicou.
O diretor afirma que o Saae vem trabalhando visando atender as necessidades da população; as pessoas, porém, precisam colaborar com o trabalho desenvolvido.
- Todas as ações preventivas foram e estão sendo realizadas. Mas nada disso é suficiente se o trabalho não contar com a complementação do sistema de energia. A população deve adquirir caixas d'água de maior capacidade, como as de mil litros, além de economizar água e desenvolver uma consciência, ajudando o trabalho do Saae - concluiu.
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Obras para tratar esgoto da cidade continuam em ritmo acelerado
Publicado em 31/10/2012, às 16h08
Última atualização em 31/10/2012, às 16h08
Divulgação
Barra Mansa
A Prefeitura de Barra Mansa e o Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto) continuam, em ritmo acelerado, as obras que vão possibilitar o tratamento do esgoto gerado na cidade. Estão previstas a construção de três grandes Estações de Tratamento de Esgoto: ETE Ano Bom, ETE Barbará e a ETE Saudade. Juntas, as estações vão permitir o município tratar 100% do esgoto doméstico. Além da ETE Ano Bom, que está com as obras em andamento, começam ainda esse mês as obras para a construção da ETE Barbará e das redes coletoras do esgoto.
- As obras, que vão permitir tratar o esgoto na cidade, estão bem adiantadas. Essa é uma conquista para Barra Mansa, que tem a possibilidade de ter 100% do esgoto tratado em pouco tempo. Tivemos um grande avanço na parte de resíduos sólidos e agora a cidade começa a avançar na área de saneamento - destacou o diretor executivo do Saae, Renine Cesar de Oliveira.
Para a construção da ETE Ano Bom e das redes, foi realizado um investimento de cerca de R$ 16 milhões. A estação terá capacidade para operar com 76 litros por segundo. Até o momento, cerca de 80% dos serviços estruturais já foram concluídos e quase 9 mil metros de redes instaladas nos bairros Getúlio Vargas, Vale do Paraíba, São Francisco, Santa Izabel, Vila Delgado, Vila Coringa, Santa Rosa, Ari Parreira e Vila Orlandélia. Sem contar os interceptadores de esgotos, responsáveis por coletar o esgoto que chega dos bairros e transportar até a estação, que estão sendo construídos na Avenida presidente Kennedy.
A segunda grande estação de tratamento será a ETE Barbará, que terá capacidade para tratar 252 litros por segundo. No local da construção já está sendo preparado o canteiro de obras para começar os trabalhos ainda esse mês. A obra está orçada em R$ 26 milhões contando com a construção de 12 mil metros de assentamento de rede de esgoto e oito estações elevatórias, que irão bombear o esgoto a ser tratado até a estação. Além da Região Leste, a ETE irá tratar os esgotos dos bairros Boa Sorte, Piteiras, Roselândia, São Luís, Jardim Primavera, Nova Esperança, Goiabal, São Pedro, Santa Clara, Jardim Alice, São Judas Tadeu, Vila Elmira e Centro.
O projeto prevê ainda a construção da ETE no bairro Saudade, com capacidade de 190 litros por segundo. No total, serão tratados 518 litros por segundo de esgoto do município. Além das três estações, o projeto prevê a construção de 42 estações elevatórias e mais de 60 mil metros de rede de esgoto. O investimento total do projeto está orçado em mais de R$ 50 milhões.
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