quinta-feira, 21 de março de 2013
Lagoas em Porto Real serão revitalizadas
Publicado em 21/03/2013, às 15h11
Última atualização em 21/03/2013, às 15h11
Divulgação
Lagoas serão revitalizadas: também serão realizadas a manutenção do parquinho, colocação de bancos e plantio de árvores frutíferas
Porto Real
O vice-presidente da Câmara Municipal de Porto Real, Gilberto Caldas (PSL), solicitou ao Executivo essa semana a revitalização, limpeza e urbanização das lagoas dos bairros Jardim das Acácias, Village e Colinas. A indicação também dispõe da manutenção do parquinho, colocação de bancos e plantio de árvores frutíferas em torno das lagoas. Segundo o vereador, as lagoas se encontram em estado precário e a situação vem se agravando ao longo dos anos. "A lagoa do bairro Jardim das Acácias, por exemplo, está em completo estado de abandono. O aparecimento de animais peçonhentos é constante. Antigamente, a área era um local de lazer para comunidade e, hoje, se tornou um lugar sujo, cheio de mato, esgoto e lixo", comenta.
O projeto, de acordo com Gilberto, tem como objetivo trazer vida para as lagoas que, hoje, estão em decomposição. "Meu pedido é para que as nascentes de água e as lagoas sejam limpas e revitalizadas, dando vida àquela que é fonte de vida: a água.
Além da limpeza, pedimos a manutenção do parquinho, colocação de bancos e urbanização do local com plantio de árvores frutíferas e nativas da Mata Atlântica. Também solicitamos a colocação de pedalinhos, construção de uma ponte e cultivo de peixes", afirma o vereador.
"Porto Real carece de áreas de lazer e tenho certeza que esse projeto vai beneficiar muito os moradores. A revitalização das lagoas será uma excelente opção de lazer para cidade", conclui.
Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,70956,Lagoas-em-Porto-Real-serao-revitalizadas.html#ixzz2OBoFV9Pt
Dia Mundial da Água é comemorado em Volta Redonda
Publicado em 21/03/2013, às 16h58
Última atualização em 21/03/2013, às 16h58
Volta Redonda
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, em parceria com o Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), com a Fevre (Fundação Educacional de Volta Redonda) e a Vigilância Sanitária, realiza uma exposição cultural - no subsolo do Sider Shopping - em comemoração ao Dia Mundial da Água que é comemorado amanhã (22). As atividades começaram na quarta-feira, com um teatro de conscientização sobre o desperdício de água.
De acordo com o secretario de Meio Ambiente, Carlos Amaro Chicarino de Carvalho, é uma rotina dos órgãos ambientais do município realizar atividades culturais em datas comemorativas.
- Este é um momento que deve ser aproveitado para lembrar a população dos cuidados com a preservação dos recursos hídricos, principalmente com o Rio Paraíba do Sul. Aceitamos o convite do shopping porque são muitas pessoas que passam pelo local todos os dias, fato que faz aumentar a nossa abrangência - explicou.
Ele disse que as atividades de comemoração começaram na terça-feira com a eleição dos membros do Comitê de Bacias do Médio Paraíba.
- Ontem iniciamos as atividades no shopping. O Saae está expondo as fases de tratamento de água, a fim de que todos que comparecem ao evento possam entender um pouco das atividades do órgão. Além disso, a Vigilância Sanitária também vai colaborar com dicas de ações de higienização, além da abordagem da questão da dengue - explicou.
Abordagem
Marina Alves Cordeiro, bióloga da Secretaria de Meio Ambiente, afirmou que o evento foi organizado para alcançar desde crianças até integrantes da terceira idade.
- Cada atividade é destinada para atender um grupo. Para as crianças, por exemplo, distribuímos mesas e cadeiras para que eles possam desenhar. Eles poderão colorir figuras que abordam o tema de desperdício de água - disse.
O volume de água gasto, segundo ela, está sendo abordado também através de recursos visuais que possibilitam um maior entendimento e interação dos visitantes.
- O importante é que a secretaria desenvolve e apoia projetos ligados a preservação durante todo o ano. O Saae, por exemplo, está com um projeto para aumentar as redes de abastecimento de água no município - falou.
Desperdício
A diretora de projetos da Secretaria de Meio Ambiente, Ana Cláudia Zamboti, esclareceu que em função da realidade mundial, a ONU (Organização das Nações Unidas) escolheu como abordagem desse ano o tema "Ano Internacional da Cooperação da Água".
- O objetivo da campanha é incentivar os trabalhos de preservação em conjunto. Temos que incentivar esse pensamento, já que os dados ainda apontam que a população desperdiça um grande volume de água. Costumes comuns, como torneiras mal fechadas e descargas desreguladas podem aumentar o consumo desnecessário - frisou.
A poluição do Rio Paraíba do Sul, segundo ela, está diminuindo através de projetos desenvolvidos pela secretaria, e hoje apresenta tratamento despoluidor de 15%.
- Até março do ano que vem o tratamento será de 45%. Outra questão que preocupa são os lixos que ainda são jogados às margens do rio, porém sabemos que a população está se conscientizando e colaborando para a redução do recurso que abastece a cidade - alertou.
Ela lembrou que o caminho para solucionar as questões ambientais do município é a inserção da educação na rotina escolar dos estudantes.
- No Parque do Ingá, por exemplo, realizamos projetos educacionais que atendem as escolas durante o ano. Todas as questões envolvendo poluição, queimadas e problemas ambientais são analisados. É desta forma que conseguimos conscientizar a população - pontuou.
Leia mais: http://diariodovale.uol.com.br/noticias/0,70963,Dia-Mundial-da-Agua-e-comemorado-em-Volta-Redonda.html#ixzz2OBo1CsL7
quarta-feira, 20 de março de 2013
AMAR e agenda ambiental de Resende
22 DE MARÇO
DIA MUNDIAL DA ÁGUA
2013 - Ano Internacional de Cooperação pela ÁGUA
A Agência do Meio Ambiente de Resende – AMAR convida vossa Instituição a participar da abertura da Agenda Ambiental do Programa Municipal de Mobilização, Comunicação e Educação Ambiental de 2013. As atividades acontecerão no dia 22 de março, em comemoração ao Dia Mundial da Água e terão por objetivos: mobilizar e chamar a atenção da população acerca da água que representa um bem natural escasso e precioso que precisa ser protegido e preservado; assim como despertar atitudes e comportamentos na população que possam dirimir o conflito socioambiental que se observa no manejo dos múltiplos usos da água na sociedade. As atividades terão como público alunos das redes de ensino municipal, estadual, privada, universitários, técnicos da área ambiental e educacional; e munícipes em geral.
PROGRAMAÇÃO
Dia 22 de março das 8 às 12h
Local: Confluência dos rios Alambari e Paraíba do Sul – próximo ao GSSAN – Campos Elíseos
8h - Visita técnica na área de confluência
9h - Exposição Fotográfica Rio Paraíba:Desafio para a Vida e Expedição no rio Paraíba
10h – Abertura Oficial fala das autoridades
10h40 às 12h - Exposição Fotográfica Rio Paraíba:Desafio para a Vida e Expedição no rio Paraíba
REALIZAÇÃO: Prefeitura Municipal de Resende, Agência do Meio Ambiente de Resende - AMAR e Centro de Referência em Educação Ambiental de Resende - CREAR
APOIO: Academia Militar das Agulhas Negras, Curso de Biologia da AEDB, Águas das Agulhas Negras e Projeto Agenda Água nas Escolas.
sábado, 16 de março de 2013
Angra 3 vai usar urânio importado
Publicado em 15/03/2013, às 17h01
Última atualização em 15/03/2013, às 17h01
Angra dos Reis
Símbolo da retomada do programa de energia nuclear do governo, a usina de Angra 3 será abastecida com urânio importado. A previsão do governo era garantir oferta suficiente para atender a demanda do país até 2014. A meta, porém, não será alcançada devido ao atraso nos investimentos na cadeia de produção do combustível nuclear. A produção de urânio é responsabilidade da estatal Indústrias Nucleares do Brasil (INB).
- O primeiro núcleo de Angra 3 vai consumir de 600 a 600 e poucas toneladas de U3O8 (concentrado de urânio conhecido como "yellowcake") que, obviamente, nós não temos condições de suprir. Então, alguma coisa vamos importar - disse Luiz Filipe da Silva, diretor de mineração e assessor especial da presidência da INB.
Inicialmente prevista para entrar em operação em 2015, a usina, de 1.405 megawatts (MW) deve começar a funcionar em julho de 2016, totalizando investimentos da ordem de R$ 13 bilhões. De acordo com o balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), as obras estão 42% concluídas.
O fato de não haver urânio para abastecer Angra 3, apesar de o Brasil ser dono de uma das dez maiores reservas do mineral no planeta (cerca de 300 mil toneladas), é apenas um exemplo das consequências da indefinição do governo com relação à continuidade do programa de energia nuclear. Ainda não há consenso entre os integrantes dos ministérios de Minas e Energia, da Ciência e Tecnologia e da Casa Civil com relação a esse tipo de produção de energia.
Até 2010, a energia nuclear era considerada estratégica e apontada pelo governo como principal substituta para a hidreletricidade a partir de 2030, quando o potencial economico e ambientalmente explorável dos rios estaria próximo do fim. A fonte era considerada ideal por operar continuamente na base, estar situada próxima aos centros consumidores e ser de baixa emissão de gases do efeito estufa.
O Plano Nacional de Energia (PNE) 2030, lançado em 2007, indicou a construção de quatro usinas nucleares de 1.000 MW, além de Angra 3, até 2030. Também estava nos planos do governo atingir a autossuficiência na produção, conversão e enriquecimento de urânio até 2014. O cenário otimista, porém, mudou depois do acidente na central nuclear de Fukushima, no Japão, provocado por um terremoto de 8,8 graus na escala Richter seguido de uma tsunami, em março de 2011.
Segundo o presidente da Associação Brasileira para Desenvolvimento das Atividades Nucleares (Abdan), Antonio Muller, a exemplo do último plano decenal de energia PDE 2021, o próximo documento (com horizonte 2022), que será lançado este ano, não deverá incluir novas termonucleares além de Angra 3. Enquanto o PNE 2030 tem a função de apontar a estratégia do governo, o PDE indica o que de fato deve sair do papel nos próximos dez anos.
O setor aguarda o que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE), com o aval do Ministério de Minas e Energia, vai incluir de fonte nuclear na revisão do PNE 2030. Atrasada há cerca de três anos, a nova edição do plano, que deverá ter o horizonte 2050, dará um sinal mais claro do que o governo quer para a energia nuclear nas próximas décadas.
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